Um projeto com tudo para dar certo 4012

Confira a coluna de Antônio Penteado Mendonça, para o Estadão

Um dos maiores problemas do setor de seguros é sua baixa penetração, o que compromete a possibilidade da criação de uma rede de distribuição com a capilaridade necessária para atingir todas as camadas da sociedade brasileira.

A questão não é se esta ou aquela seguradora consegue atingir o público com poder aquisitivo mais baixo, a verdade é que ninguém consegue chegar lá. As razões para isso são complexas e passam por barreiras que vão muito além do preço.

O que tem que ser explorado e descoberto é como vive o brasileiro das classes D e E. Não a vida alegre, o glamour que as novelas nos mostram, mas a realidade do cotidiano dessas pessoas, com certeza, a imensa maioria composta de gente honesta, trabalhadora, com sonhos e esperanças como todos os seres humanos, independentemente de classe social, raça, religião ou time de futebol.

Quem é o brasileiro das periferias das grandes cidades? Quem é o morador das comunidades mais estruturadas? Quem é morador da favela da beira das linhas de trem? Pode parecer incrível, mas a pobreza se subdivide em escalas com diferenças gritantes, que necessitam ser conhecidas para o embasamento e o desenvolvimento de qualquer ação.

Não adianta imaginar que os números consolidados das excelentes estatísticas apresentadas pelo IBGE são suficientes para criar o alicerce necessário ao implemento de planos destinados a este público. A classe E do Rio de Janeiro é diferente da classe E do Recife, que é diferente da classe E do interior de Minas Gerais, que é diferente da classe E de São Paulo. E a afirmação vale para todo o imenso território nacional, com uma agravante séria: qual a linha que separa a pobreza da miséria?

A resposta simples seria: na miséria não há dignidade. Mas isso não faz do miserável um não cidadão. Ao contrário, ele é um cidadão e é ele que deve ser a prioridade absoluta no enfrentamento dos nossos graves problemas sociais.

Infelizmente, não é isso que se vê. Aliás o que se vê é lamentável. Se uma pequena parte das perdas com políticas completamente equivocadas, baseadas no autoritarismo e na incompetência de nossos administradores recentes, não tivesse sido perdida, ou roubada, mas investida em saúde pública, o dramático quadro do SUS poderia ser completamente diferente.

E a mesma regra vale para a educação. Um país como o Brasil não tem o direito de formar analfabetos funcionais, mas é isso que estamos fazendo. Nossas escolas caem de nível ano depois de ano. Parte está dominada pelo crime organizado, parte está aparelhada ideologicamente e a parte mais importante tem professores interessados que não recebem qualquer apoio das autoridades. Não há meritocracia, plano de carreira para valer, investimento em treinamento e muito menos a valorização dos professores.

Neste quadro complicado, o ano de 2017 assistiu o surgimento de uma parceria com chances concretas de dar certo. Os sindicatos das seguradoras e dos corretores de seguros do Estado de São Paulo, atuando em conjunto, firmaram um convênio com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para a implantação de um programa para a divulgação dos parâmetros básicos que norteiam o seguro, dentro das escolas estaduais.

Importante salientar que estes parâmetros são os pontos fundamentais de qualquer sociedade: ética, boa-fé, solidariedade, proteção mútua, poupança e divisão das perdas e dos ganhos. São os diferenciais positivos que levaram o homem a sair das árvores e a desenvolver a complexa estrutura social atual.

O mais interessante é que o projeto se apoia num jogo que o aluno baixa no seu celular. Ele joga e vai vendo, através do resultado de seus movimentos, o que acontece em função de suas opções. Ele ganha ou perde, como se estivesse na vida real, onde cada decisão gera frutos ou perdas, em função de cada opção.

Este foi o primeiro passo para a inclusão destes conceitos na rede estadual de ensino. Muita coisa é nova, já em outras os alunos conseguem fazer paralelos com suas realidades. O importante é a parceria prosseguir e ajudar a melhorar o nível de nossas escolas.

Publicado originalmente aqui.

Como as expedições lunares contribuíram para a ciência moderna? 4995

Lua

49 anos após a primeira viagem do homem à Lua, tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

No dia 20 de julho de 1969, o astronauta Neil Armstrong entrou para história ao se tornar o primeiro homem a pisar em solo lunar, dando um “gigantesco salto para a humanidade”.

A alunissagem da missão tripulada Apollo 11 projetou a imagem de que tudo era possível em um mundo que se tornava tecnologicamente avançado. Além disso, a corrida espacial se processava no contexto da Guerra Fria, e a viagem à Lua representava a vitória do capitalismo sobre o comunismo soviético. Porém, do ponto de vista científico, se o dinheiro e os esforços investidos na missão tivessem sido direcionados para sondas automatizadas, teríamos obtido muito mais conhecimento sobre o nosso satélite natural do que o obtido pelas pequenas quantidades de rochas trazidas pelos astronautas. Mas é muito provável que um programa para exploração do espaço exclusivamente por meios não tripulados não conseguisse grande apoio popular, muito menos um financiamento.

Nos três anos seguintes após o inédito feito, mais dez pessoas, em cinco missões diferentes, tiveram a oportunidade de visitar a Lua, até que o interesse do público rapidamente diminuiu e, com isso, o orçamento do governo americano dedicado à NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) também foi reduzido, inviabilizando a continuação do programa de missões espaciais tripuladas e acarretando na priorização de programas de exploração e ocupação orbitais, como os ônibus espaciais e as estações espaciais Skylab e ISS (Estação Espacial Internacional).

Como a Estação Espacial Internacional contribui para a ciência?

A Estação Espacial Internacional (ISS) oferece um ambiente único de microgravidade, permitindo a melhoria da qualidade de experimentos que envolvem cristalização de proteínas, crescimento de células e tecidos, reações químicas ou processos bioquímicos. Um exemplo disso é o experimento MEK (Efeito da Microgravidade na Cinética das Enzimas Lipase e Invertase), realizado pela FEI em 2006 a bordo da ISS.

Além disso, a ISS proporciona condições ideais para experimentos sobre a capacidade de adaptação humana ao espaço. Estes experimentos, que analisam as mudanças fisiológicas em nossos corpos submetidos à microgravidade e a um ambiente com mais radiação espacial do que o encontrado na superfície da Terra, também estuda o ecossistema que seria necessário para uma viagem espacial de longa duração.

Em uma viagem espacial curta, é possível embarcar todos os alimentos necessários, mas em uma missão longa, seria necessário realizar agricultura a bordo da espaçonave e, portanto, é preciso saber como plantas e outros organismos se desenvolvem neste tipo de ambiente e quais medidas devem ser tomadas para garantir as condições de saúde da tripulação.

Tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Há um fluxo constante de tecnologias espaciais na Terra. Por exemplo, as técnicas que permitem a operação de braços robóticos no espaço (os mais conhecidos são os braços robóticos do deck de cargas dos ônibus espaciais) são as mesmas que permitiram que robôs fossem utilizados na realização de cirurgias. Algumas invenções possuem conexão mais evidente com o espaço, como sistemas de localização e de navegação (GPS), mas há também tecnologias mais surpreendentes, usadas para detecção e combate a incêndios ou para tratamento de águas servidas e outros resíduos; estas tecnologias foram testadas na ISS nos últimos dez anos e podem encontrar uso na Terra em breve.

Devemos nos preparar para viver em outro planeta?

A exploração espacial nos ensinou que a Terra é pequena, frágil e muito distante de qualquer outro possível habitat, por isso, estamos muito longe de ter chances reais de iniciar a colonização de outro planeta. Ao contrário das grandes navegações europeias do século XV, em que as naves podiam percorrer oceanos desconhecidos, mas que ainda pertenciam a um ambiente propício à vida, precisaríamos criar todo um ecossistema autossuficiente em outro planeta ou até mesmo dentro da espaçonave, se o local a ser colonizado fosse exterior ao Sistema Solar. Neste caso, apenas a viagem poderia demorar centenas de gerações.

Portanto, em vez de empregar recursos, esforços e talentos para encontrar meios de sair da Terra e destruir algum outro planeta, deveríamos utilizá-los para reduzir o dano que causamos ao nosso lar, garantindo que a vida na Terra seja possível a longo prazo.

*Pelo Prof. Dr. Roberto Baginski, Chefe do Departamento de Física do Centro Universitário FEI.

Ainda não é o fim do corretor de seguros 4115

Corretor de Seguros

Como o principal canal de distribuição de seguros vai sobreviver aos avanços tecnológicos?

Essa é uma pergunta que vem tirando o sono dos corretores de seguros que observam a chegada das insurtechs com desconfiança.

Desde a criação da primeira empresa seguradora no Brasil em 1808, o mercado segurador brasileiro, passou por diversas transformações e a figura do corretor sempre foi fundamental no entendimento das necessidades dos clientes, proporcionando ao segurado as melhores opções do mercado de acordo com o seu perfil, ajudando as seguradoras no combate às fraudes e trazendo informações relevantes para lançamento de novos produtos pelas companhias.

Com a evolução da tecnologia, vieram os grandes desafios do setor como a mudança nos hábitos digitais dos consumidores, Big Data e machine learning, realizando tarefas automáticas como cálculos de prêmio e cotações, avaliação sofisticada da base de dados de referência e perfil dos segurados, dispensando tecnicamente em muitos casos a figura do corretor.

A tecnologia segundo muitos especialistas, também será responsável pela queda substancial do volume de prêmios em alguns segmentos como o seguro tradicional de automóveis que de acordo com o relatório AON de 2017, deve registrar queda em mais de 40% no volume de prêmios entre 2015 e 2050, quando veículos autônomos deverão estar totalmente desenvolvidos nos principais mercados.

Diante desta ruptura na maneira de se relacionar com o consumidor, precificar o risco e distribuir o seguro, o corretor deverá buscar cada vez mais capacitação e se reinventar como consultor especializado, agregando cada vez mais valor ao processo, decifrando como Cloud Computing, Big Data, realidade aumentada, inteligência artificial, aplicativos e internet das coisas, podem ser grandes aliados no seu papel de comercializar seguros com mais eficiência, qualidade no relacionamento e transparência junto ao segurado.

Sobreviverão aqueles que entenderem que a tecnologia não é inimiga e que a revolução digital que já começou a impactar o setor, deverá ser compreendida e adaptada no cotidiano do novo corretor de seguros que continuará a ser peça estratégica na nova engrenagem da indústria de seguros.

*Rodrigo Afonso Ferreira é sócio-diretor da corretora Infinity Finanças e membro MDRT.

Em ranking, Seguros Unimed é destaque em Saúde, Vida e Previdência 2654

Finanças Mais

Estudo Finanças Mais foi divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo

Helton Freitas é diretor-presidente da Seguros Unimed
Helton Freitas é diretor-presidente da Seguros Unimed

O jornal O Estado de S. Paulo divulgou, em parceria com a consultoria Austin Rating, o estudo Finanças Mais. Considerado o ranking das empresas líderes do setor financeiro no Brasil, traz a Seguros Unimed em destaque em duas categorias: Saúde e Vida e Previdência. Por conta da terceira colocação entre as melhores seguradoras especializadas em Saúde, a Companhia será premiada em evento no próximo dia 17, em São Paulo.

O diretor-presidente da Seguradora, Helton Freitas, abordou a importância do Programa de Eficiência Assistencial, no segmento de Saúde, desenvolvido desde o ano passado. Em paralelo, a Companhia vem investindo na modelagem da atenção à saúde, sob o conceito “Cuidando de Perto”.

“Entre os benefícios já conquistados estão melhorias de processos, ajustes nos sistemas de informação, uso de ferramentas de Analytics para gestão dos custos e da assistência, negociação de novos modelos de cuidado e remuneração junto à rede prestadora”, enumera. No campo da inovação digital, a Companhia adotou aplicativos e chatbots para engajar grupos de pacientes no manejo de condições clínicas, como a gravidez e o peso saudável, ou ainda de doenças crônicas.

Esse trabalho traz ganhos assistenciais, como a orientação do percurso dos pacientes, o desenvolvimento de programas de cuidados dirigidos, a diminuição do tempo de internação e maior segurança na indicação dos procedimentos. Como efeito, a Companhia obteve uma redução de 2,34p.p. na sinistralidade do ramo Saúde, que fechou 2017 em 81,72%.

Ranking de Saúde coloca Seguros Unimed entre as melhores do País

A Seguradora se manteve entre as três primeiras no ranking de Saúde, do anuário Finanças Mais. Com 121 pontos, a publicação destacou os prêmios retidos da companhia – de quase R$ 2,2 bilhões – o patrimônio líquido (PL), que fechou 2017 em R$ 632,6 milhões, e a rentabilidade do PL, que atingiu 12,3%.

A colocação é a mesma registrada na pesquisa divulgada no ano passado. Com base nos dados de 2016, a Seguradora obteve crescimento de 10,4% nos prêmios e de 13,2% no PL – este um importante indicador de solidez das operadoras de planos de saúde.

Seguradora fica em 9º lugar em Vida e Previdência

Há quase três décadas desenvolvendo seguros de vida e planos de previdência privada, a Seguros Unimed se destaca entre as dez melhores seguradoras do país nesses segmentos. De acordo com o ranking Finanças Mais, a Companhia ocupa a nona posição, com faturamento de R$ 624,8 milhões e rentabilidade de 12,6% sobre o patrimônio líquido no último exercício.

Ranking apresenta líderes do setor do País

O Estadão publica o anuário Empresas Mais desde 2015. Porém, desde o ano passado, o jornal passou a fazer um ranking específico para as instituições financeiras, intitulado Finanças Mais. O objetivo é apresentar o cenário das líderes do setor no país. A pesquisa tem como base as análises das demonstrações contábeis do ano passado.

A divulgação foi organizada em três grandes grupos: Seguros, Bancos e Outras Instituições Financeiras. A metodologia utilizada leva em conta a pontuação conforme a posição de cada instituição, por meio da evolução das contas de maior relevância no balanço patrimonial e dos indicadores de desempenho avaliando a margem, a rentabilidade e o custo.

Escola Nacional de Seguros abre terceira turma de MBA à distância 2564

Educação

Inscrições estão abertas

Após a grande procura pelas duas primeiras turmas do MBA Gestão de Seguros e Resseguro na modalidade de Ensino a Distância (EaD), os profissionais que buscam ampliar as capacidades gerenciais no mercado de seguros terão mais uma oportunidade no segundo semestre. Com início previsto para 20 de agosto, a terceira turma do curso já está com inscrições abertas.

Dentre as vantagens do curso EaD, estão a flexibilidade e autonomia, o que garante que os alunos acompanhem as aulas e organizem os estudos de acordo com o próprio ritmo. Além disso, o formato possibilita o acesso àqueles que moram em estados além do eixo Rio – São Paulo, onde são realizados os cursos presenciais, mantendo o mesmo conteúdo programático.

“Os cursos presenciais e EaD são espelhados, com as mesmas disciplinas e carga horária. Nosso objetivo é garantir o padrão de qualidade da Escola independentemente da plataforma de ensino”. O que muda é apenas a forma como ofertamos e a condução desse curso ao longo do tempo” afirmou o diretor de Ensino Superior da Escola, Mario Pinto.

O MBA Gestão de Seguros e Resseguro EaD é indicado para profissionais que já atuam ou pretendem construir carreiras em gestão em seguros, e desejam aprofundar seus conhecimentos em relação aos principais aspectos do mercado de Resseguro, Previdência Privada Aberta e Saúde Suplementar.

As matrículas realizadas até 20 de julho terão desconto de 5% na mensalidade. Há também bolsa de estudos de 5% para empresas não sindicalizadas e 10% para empresas sindicalizadas. Os descontos são cumulativos.

As inscrições e demais informações estão no site da instituição.

Mobilidade e a revolução das insurtechs 9384

Celular

Especialista analisa transformações tecnológicas

Nos últimos 30 anos, o mundo vem passando por uma grande revolução tecnológica. Prova disso é o advento da mobilidade, que através de dispositivos como os smartphones, notebooks e tablets, permite que agora estejamos conectados o tempo todo. Hoje, utilizando essas ferramentas, conseguimos acessar notícias em tempo real, trabalhar e resolver burocracias em poucos clicks.

Porém, alguns anos atrás todas essas facilidades eram bem limitadas. Quem nunca precisou salvar documentos naquele disquete de 3,5 polegadas ou esperou horas para se conectar na internet discada? Em apenas 20 anos evoluímos desse cenário lento e instável para a era da alta velocidade.

Agora, estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem. E esse avanço cada vez maior da tecnologia está mudando a forma como realizamos praticamente tudo: compras, fotos, pesquisas, pagamentos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 revelou que dobrou o número de acessos à internet sem o uso de computadores. Isso porque muitas pessoas que até pouco tempo não tinham acesso às redes, hoje estão conectadas através dos smartphones. Se pensarmos que o Brasil tem atualmente 220 milhões de celulares inteligentes ativos e 209 milhões de habitantes, temos mais de um celular por pessoa. Ou seja, o futuro com certeza será 100% móvel.

E foi refletindo e acompanhando todas essas mudanças que o mercado de seguros vem desenvolvendo novas soluções que buscam atender as necessidades desses novos clientes digitais. As insurtechs, inclusive, chegam justamente para suprir antigas ineficiências do setor com o uso da tecnologia. Aqui na Planetun, por exemplo, criamos produtos que levam mais agilidade e praticidade aos consumidores, melhorando a sua experiência. Como é o caso dos aplicativos web, que trazem uma série de vantagens, e não precisam ser instalados no celular, ocupando espaço da memória. Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats), ou seja, estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança.

Com todos os benefícios e avanço da mobilidade, o mercado segurador, assim como todos os demais setores, também vem se adaptando a essa nova era digital. O uso das novas tecnologias não somente traz vantagens para os usuários finais, como também inova processos antigos, aumentando os ganhos e reduzindo os custos.

Portanto, acredito que esse cenário será o padrão de agora para o futuro. De um lado, o mercado implementando tecnologia em seus processos e, de outro, os consumidores ganhando com a mobilidade, já que resolver um problema que antes era tão burocrático, como contratar um seguro, agora pode ser feito na palma da mão.

*Por Henrique Mazieiro, diretor executivo e sócio fundador da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.