Calendário de saques do PIS/Pasep será divulgado hoje 526

Governo divulgará calendário de retiradas

Trabalhadores a partir de 60 anos que tiveram emprego com carteira assinada antes da Constituição de 1988 saberão nesta segunda-feira (8) quando poderão sacar as cotas dos fundos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). O governo divulgará o calendário de retiradas.

Os saques poderão ser feitos na Caixa Econômica Federal, que administra as contas do PIS, ou no Banco do Brasil, no caso de trabalhadores inscritos no Pasep. Caberá a cada instituição financeira divulgar detalhes sobre a retirada.

Na primeira etapa da liberação de recursos do PIS/Pasep, de outubro a dezembro do ano passado, os correntistas dos dois bancos receberam o crédito automático na conta corrente dois dias antes do calendário de saques. As cotas de menor valor puderam ser retiradas nos terminais de autoatendimento.

Na segunda etapa de saques, dependentes ou herdeiros dos cotistas terão os valores creditados automaticamente na conta, mesmo que não sejam correntistas do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal (bancos que administram os saques).

De acordo com o Ministério do Planejamento, o governo está cruzando dados dos bancos e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para liberar os recursos para esse público nos próximos meses. Até agora, os dependentes e herdeiros tinham de comparecer às agências bancárias para retirar o valor.

Redução de idade

Em 26 de dezembro, o presidente Michel Temer assinou a medida provisória (MP) que reduz para 60 anos a idade mínima para o saque das cotas do PIS/Pasep. Em agosto, o governo tinha editado outra MP liberando o saque para homens a partir de 65 anos e para mulheres a partir de 62 anos. Até o fim do ano passado, R$ 2,2 bilhões tinham sido retirados de 1,6 milhão de contas.

Segundo o Ministério do Planejamento, a nova medida provisória injetará até R$ 7,8 bilhões na economia do país em 2018 e beneficiará cerca de 4,5 milhões de pessoas.

Se forem acrescidos os beneficiários que têm direito às cotas do PIS/Pasep, mas ainda não fizeram a retirada, a liberação de recursos na economia pode chegar a R$ 21,4 bilhões este ano, beneficiando até 10,9 milhões de cotistas.

Tem direito aos recursos do abono o trabalhador do setor público ou privado que tenha contribuído para o PIS ou Pasep até 4 de outubro de 1988 e que não tenha feito o resgate total do saldo do fundo. A Caixa, responsável pelo PIS, e o Banco do Brasil, administrador do Pasep, fazem esse pagamento de acordo com um calendário anual.

Histórico

Desde a criação do PIS/Pasep, em 1971, o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completava 70 anos, se aposentasse ou tivesse doença grave ou invalidez. As medidas provisórias flexibilizaram as restrições. No entanto, o cidadão com idade inferior a 60 anos não tem direito à cota, mesmo que tenha contribuído antes de 1988, quando passou a vigorar a atual Constituição brasileira.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição daquele ano passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Pedrinhas destacam Outubro Rosa e a importância dos Securitários 9926

Encontro foi realizado na noite desta segunda-feira (08), em Porto Alegre (RS)

O Clube da Pedrinha em Seguros (RS) realizou o tradicional encontro mensal da entidade na noite desta segunda-feira (08), na Capital Gaúcha. O Restaurante Casa do Marquês foi palco de uma apresentação de Valdir Brusch, presidente do Sindicato dos Securitários do Rio Grande do Sul. Brusch destacou a importância social da entidade sindical para a categoria, além da série de desafios que surgiram com a reforma trabalhista.

A entidade ainda endossou apoio à campanha “Outubro Rosa”, que visa combater o câncer nas mulheres. Lenços foram arrecadados em parceria com a Escola Nacional de Seguros e Daniela Zimmer, executiva da Bradesco Seguros, lembrou da fundamental relevância da doação de cabelos para confecção de perucas às vítimas de uma doença silenciosa.

Outro destaque do encontro foi o sorteio de um par de ingressos para o Troféu JRS aos membros do Clube. Niris Cunha e Maria Izabel Indrusiak garantiram a participação na grande festa do seguro, que acontece no dia 19 de outubro, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho.

Todas as imagens – Encontro mensal do Clube da Pedrinha:

Evento da Zurich reúne executivos para atualização de estratégia 3765

Gláucia Smithson, Edson Franco, Claudia Dill, Sierra Signorelli e Carola Fratini / Divulgação

Broker Advisory Board discutiu estratégia na subscrição de riscos empresariais, inovação e soluções

No dia 4 de outubro a Zurich realizou o evento Zurich Broker Advisory Board – reunião de um grupo seleto de executivos do mercado para uma atualização sobre a estratégia na subscrição de riscos empresariais, inovação e soluções.

Participou do evento a Global Chief Underwriting Officer da Zurich, Sierra Signorelli, que apresentou as tendências do mercado global e estratégia da Zurich, que inclui a expansão em áreas táticas, melhor posicionamento no mercado; investimento em serviços ao cliente, corretor e talentos internos, incluindo o empoderamento local dos seus subscritores; o aumento das capacidades tecnológicas de modo que estas possibilitem maior conhecimento sobre o mercado de atuação da empresa; e o investimento na solução de necessidades de clientes para criar operações mais eficientes para mercados futuros.

Além de Signorelli, participaram do encontro no restaurante Fleming’s Prime Steak House & Wine Bar, em São Paulo, Claudia Dill (CEO Latam), Edson Franco (CEO Brasil) e Carola Fratini (Head of Commercial Insurance Latam), Glaucia Smithson (Head of Commercial Insurance Brasil) e demais executivos da companhia.

BB e Mapfre apoia maior hospital pediátrico do Brasil 3254

Localizado no Paraná, o Hospital Pequeno Príncipe realiza mais de 300 mil atendimentos por ano

Pelo oitavo ano consecutivo, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre apoia o Pequeno Príncipe, o maior hospital pediátrico do Brasil. Situado na cidade de Curitiba (PR), a instituição realiza mais de 300 mil atendimentos ao ano, com 70% da capacidade destinada ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Neste ano, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre está contribuindo com dois projetos desenvolvidos pela entidade. O primeiro, denominado Inovação do Centro Cirúrgico, tem como objetivo promover maior qualidade e segurança nos procedimentos pré e pós-cirúrgicos em crianças e adolescentes com câncer atendidas pelo Hospital por meio da aquisição de equipamentos hospitalares e mobiliários para salas cirúrgicas e áreas de apoio.

Já o segundo projeto apoiado pelo Grupo, o Saúde Integral, contribui para a efetivação dos direitos fundamentais dos pacientes e garante o acolhimento integral de seus familiares, além de viabilizar diversos serviços complementares e de apoio, importantes para o fortalecimento do vínculo familiar e para a assistência à saúde com qualidade e humanização.

O projeto ainda contribui para a oferta de uma estrutura completa aos pacientes e suas famílias no Pequeno Príncipe, englobando o acompanhamento escolar de crianças e adolescentes em tratamento, atendimentos de psicologia e odontologia e até mesmo uma casa de apoio, espaço de acolhimento de familiares acompanhantes vindos de todas as regiões do Brasil.

A diretora de Marketing e Sustentabilidade do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, Fátima Lima, explica que o apoio a iniciativas que transformam a sociedade e oferecem assistência à população de forma gratuita é um dos pilares da empresa. “Estamos muito felizes em poder dar continuidade à parceria com o Hospital Pequeno Príncipe e, dessa forma, ajudar crianças e adolescentes que – em muitos casos – não poderiam pagar por um tratamento tão complexo”, afirma.

Para a diretora executiva do Hospital Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro, as parcerias duradouras são fundamentais para assegurar o trabalho realizado há 99 anos pela instituição em favor das crianças e adolescentes de todo o país. “A mobilização social tem um papel essencial na história do Pequeno Príncipe. Desde o início do atendimento em saúde, em 1919, as parcerias são significativas para a nossa atuação. A participação de diferentes instituições e pessoas nos permite oferecer tratamento de ponta e transformar a vida de crianças e adolescentes de diferentes regiões do Brasil, que têm a oportunidade de ter acesso a um centro de saúde de excelência”, conclui.

Grupo MBM participa da 42ª edição do Oscar de Seguros 3215

Evento é promovido pelo CVG-RJ

Na última quinta-feira, dia 4 de outubro, aconteceu a cerimônia Destaques do Ano 2017/2018 promovido pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ). O evento, tradicionalmente conhecido como “Oscar de Seguros”, aconteceu no Museu do Amanhã, na cidade do Rio de Janeiro, e contou com a participação de grandes personalidades do mercado segurador carioca.

O diretor comercial do MBM, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves, o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann, juntamente com a gerente da filial MBM RJ, Tatiana Antoniazzi e sua equipe estiveram presentes no evento. Para Tatiana o evento colocou, mais uma vez, o MBM em evidência “Foi um enorme prazer compartilharmos este momento com amigos tão queridos e competentes. Fazer parte deste seleto grupo certamente nos engrandece”, comenta. “A nossa participação em eventos como este é essencial, uma vez que nele se reúnem profissionais do mercado de seguros de todo o Estado do Rio de Janeiro”, complementa Luiz Eduardo.

A filial MBM Rio de Janeiro está localizada na Rua Álvaro Alvim, 21 – 3º andar, no centro do Rio de Janeiro. Os telefones para contato são (21) 2533.3589 e (21) 2240.4328.

O que esperar da reforma da previdência? 2686

Previdência

Mudanças são necessárias para a resolução de outros pontos críticos do Brasil como educação, saúde e segurança pública

Creio que muitos estejam atentos ao cenário político, e quando possível, tentamos entender o que cada candidato está propondo para os principais temas do Brasil. Tenho visto, rotineiramente, as pessoas debatendo em rodas de conversa sobre temas como saúde, educação e segurança pública. Previdência entra nas discussões, mas em uma menor relevância na maioria das vezes. Nos debates, a reforma da previdência vem sendo tratada com a mesma intensidade que os demais temas – que realmente são críticos no Brasil. Mas dada a consequência do déficit da previdência, o tema deveria ter muito mais relevância nestas discussões.

A dúvida é a seguinte, as pessoas sabem o real impacto do problema da previdência no país e que isso inviabiliza investimentos em qualquer outra área? Ou seja, caso o problema não seja resolvido, fica muito difícil resolver os demais.

Abaixo, seguem alguns dados que comprovam essas conclusões:

  • 1° – O governo projeta para 2019 que os gastos com a previdência consumirão 53,4% do orçamento total;
  • 2° – Somente o déficit da previdência estimado para 2019 será maior do que os orçamentos das áreas de saúde, segurança pública e educação somadas;
  • 3° – Em 2017, somente 13% da população se enquadra como idosa, e em 2026 serão 32% de idosos no Brasil usufruindo dos benefícios da previdência;
  • 4° – Atualmente, temos cerca de 8 pessoas contribuindo para a previdência para cada pessoa que se beneficia do sistema. Em 2060 a projeção é termos 2 contribuintes para cada beneficiário. Teríamos que arrecadar 4 vezes mais de cada contribuinte para manter o sistema como está hoje;
  • 5° – O Brasil gasta cerca de 12% do PIB com previdência, enquanto países com a mesma proporção de idosos na população gasta, em média, menos de 4% do PIB;
  • 6° – A expectativa de vida do brasileiro vai subir cerca de 15% até 2060 (o que significa que o sistema previdenciário vai ter que pagar o benefício, em média, por um período 15% maior do que é hoje);
  • 7° – Servidores públicos recebem uma aposentadoria maior que os funcionários da iniciativa privada. Caso essa diferença seja ajustada, 30% do déficit seria resolvido (ou seja, apesar de importante, só isso não resolve a questão).

Em resumo, o problema é muito grave e o cenário futuro é bastante complexo. A relação contribuinte versus beneficiário caindo drasticamente, expectativa de vida subindo, envelhecimento da população e gasto extremamente elevado já no cenário atual e o fato de 76% da população depender muito da previdência social já nos dias de hoje.

É preciso que a população fique atenta a este tema, pois se não for resolvido, não só o sistema previdenciário vai ter problemas, mas como o Brasil não conseguirá investir em outras questões fundamentais como educação, saúde e segurança.

*Raphael Swierczynski é CEO da Ciclic, primeira fintech do mercado de previdência complementar.