O corretor e o consumidor do futuro 59740

Nem tudo é sobre o acaso, na grande maioria das vezes, é sobre preparação

O futuro é um conjunto de fatos relacionados a um tempo que há de vir; destino ou sorte, conforme determina o dicionário. Mas nesse período que sucede o presente, nem tudo é sobre o acaso, na grande maioria das vezes, é sobre preparação. Os corretores de seguros estão preparados para o futuro se ele chegar hoje?

A KSA Corretora de Seguros, de Porto Alegre (RS), é um exemplo que vem trabalhando numa nova linguagem para atender os futuros consumidores. Mesmo com seus dez anos de trabalho consolidados, a empresa não ficou na zona de conforto e procurou uma agência de publicidade para dar um visual mais jovem aos seus processos. “Chegou um momento que eu entendi que o caminho e a estrada são na corretagem de seguros e começamos a fazer uma história bacana e bonita, lenta e com solidez, mas nunca nos acomodamos”, conta o fundador e diretor comercial, Jean Figueiró.

Jean Carlo Figueiró, gestor da KSA Corretora de Seguros, durante reconhecimento no 15º Troféu JRS

Para os clientes de longa data de uma corretora de seguros, é muito importante enxergar credibilidade e respeito. A cara nova da KSA reforça estes valores e insere novas possibilidades ao seu portfólio. “Com os dez anos próximos, achamos que seria legal nos reinventarmos e começar a preparar a empresa para o mercado do futuro, que é o dos meus filhos e a nova geração. O objetivo é começar a olhar o cliente deles”, comenta ao lembrar que sua trajetória vem construída de muitos anos no mercado segurador, uma vez que, no momento que voltou a operar na corretagem, obteve 70% de seus clientes de volta.

Sucessão familiar é um conceito muito forte entre os corretores de seguros, pois, em algum momento, a carteira de clientes que o profissional constituiu passará a outro. E o natural e costumeiro é que fique em família. Os dois filhos de Jean trabalham no mercado de seguros, sendo que o mais novo, Luã, está na KSA há seis anos. “Ele se preparou para isso, fazendo o curso de corretor e estudando o mercado. Eu entendo ele como um grande vendedor, pois tem uma rede de relacionamentos enorme, levando uma relação não puramente comercial, mas de vínculo e de afetividade”, diz. “Eu acho que isso transforma o nosso mercado: quando é possível ter amigos e estes amigos serem clientes”, acrescenta.

A KSA também está com projetos que visam reforçar a cultura do seguro nos consumidores. A ideia é conscientizar, além do corriqueiro automóvel, sobre outras proteções existentes, como vida e residencial, que o futuro cliente em potencial ainda não conhece. “Por isso, estamos desenvolvendo um projeto com alguns parceiros para fazer palestras em escolas públicas, debater o seguro neste ambiente de formação escolar, mas também levar a cultura do nosso produto para que eles entendam desde muito jovem que existe uma proteção e venham talvez até a repassar essas informações aos seus pais”, revela. “São estes jovens que são os futuros motoristas, futuros donos de casa e nós precisamos nos adaptar a este novo público e sobretudo ensiná-los que existe um segmento que mexe com a nossa economia, com a nossa poupança e está vinculada à proteção”, complementa.

Sobre o que realiza diariamente, a corretora capitaneada pelo corretor de seguros Jean Figueiró trabalha com todos os ramos, mas procura se especializar naqueles mais específicos e menos explorados pelos colegas em geral, como seguro para cartórios, consignados e Responsabilidade Civil. “Temos bastante seguros de cartórios, e no Brasil inteiro nos tornamos uma referência nesse produto, pois, fora nossos amigos que atuam conosco, a maioria das pessoas nem sabe que existe”, afirma. “O nosso mercado é muito grande e há muito para ser explorado, precisamos ampliar a nossa visão, deixar de manter-se no ramo tradicional e precisamos de especialização”, defende.

O futuro já chegou?

Durante muito tempo se acreditou que o futuro da corretagem seria através da venda online de seguros. Uma recente pesquisa, apresentada na 11ª edição da pesquisa TIC Domicílios 2015, mostra que 58% da população brasileira usa a internet, o que representa 102 milhões de internautas. “A penetração de conectividade vem aumentando cada vez mais. O surgimento de empresas e serviços online acontece para atender à demanda cada vez mais evidente. Com o mercado de seguros não é diferente. Ele se diversificou de acordo com as exigências dos consumidores”, explica a head de marketing da corretora de seguros online Bidu, Marcella Ewerton.

Inserida neste meio, a Bidu, quando começou suas atividades em 2011, tinha ideia de simplificar a contratação de seguros, tornando tudo mais prático e acessível. Apesar de sua forte aposta na internet, a empresa acredita que a prática é uma das possibilidades de intermediação no mercado de seguros, mas não é a única. “O que vemos atualmente, mesmo em meio ao boom de tecnologia, são corretores tradicionais que aumentam sua carteira de clientes e seguem fazendo bons negócios”, confia. “Assim como em outros mercados, a venda online não é o único futuro. Por exemplo, no mercado de varejo, o surgimento de e-commerces foi importante para o mercado. Mas não fez com que lojas físicas desaparecessem: o mercado mostrou que há espaço para diferentes formas de negócio”, exemplifica.

A corretagem de seguros, como tantos outros ramos, caminha para um novo formato. A indústria de seguros, que inclui a corretagem, está num movimento que de adaptação às novas tecnologias e demandas do público. Muitos corretores acreditam na venda online mista, aquela que só coleta os dados do cliente e finaliza a venda através de outro meio. Tratando-se do seguro auto, carro chefe da corretora, o cliente tem a opção de escolher o processo que prefere. “No nosso site, é possível seguir todos os passos da contratação online, tendo um contato telefônico apenas de auditoria dos dados. Porém, muitos clientes preferem esse contato antes e com um tom consultivo: nossos consultores auxiliam na escolha do melhor seguro e tiram as dúvidas que podem surgir durante a contratação”, declara.

Além da venda através do computador, a Bidu também procura outras formas de inovar. “Hoje, nossa inovação está centrada em encontrar novos produtos para atender nossos clientes e inseri-los no nosso universo. Além de buscar fazer isso com muita eficiência, analisando diversas perspectivas do nosso negócio constantemente”, expõe. Mas Marcela lembra que o início já se tratou de uma inovação, uma vez que foi preciso unir dois elementos de dois mundos diferentes, a tecnologia e o seguro. “Fazer a integração online com as seguradoras, por exemplo, para conseguirmos mostrar para o cliente o preço online foi um grande desafio, que hoje já dominamos e fazemos apenas ajustes e adequações”, avalia.

Além disso, foi preciso entender que seguro não é um tema com o qual o brasileiro está habituado. Por isso, a empresa investe em seu papel para esclarecer o assunto. “Temos um time de conteúdo e comunicação focado em produzir textos, vídeos e outros formatos para deixar o mundo dos seguros mais acessível aos consumidores. Além disso, o nosso atendimento é preparado para resolver qualquer dúvida que um cliente possa ter”, específica ao reiterar que isso também garante o bom entendimento de um contrato de seguros comercializado pela rede mundial de computadores. “É importante, antes, investir em educação sobre esse tema. Assim, o cliente já tem informações suficientes para tomar uma decisão consciente na hora de contratar um seguro”, conclui.

Por que o Brasil entrou no mapa mundial das estradas mais perigosas para o transporte de cargas? 494

Transporte de Cargas

Entenda no artigo de Marcos Cunha, diretor geral da Transvip Brasil

O grave problema de roubo de cargas e falta de segurança nas estradas se torna mais latente a cada ano que passa. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), neste ano houve um aumento de 160% nos casos de roubo de carga em Piracicaba (SP), muito por conta dos expressivos números registrados em Limeira, que teve 12 ocorrências em 2018 contra duas no ano passado.

No Rio de Janeiro, entre 2003 e 2017, a média de roubos de carga nos meses de fevereiro e junho foi de 33,5 registros, segundo dados do Instituto de Segurança Pública. No ano de 2018, no mesmo período, foram registrados 200 roubos de carga na área, o que significa aumento de 497%, o maior valor já registrado pela região na série histórica. De acordo com um levantamento feito pelo JCC Cargo Watchlist, os trechos das rodovias BR-116 (Curitiba – São Paulo e Rio de Janeiro – São Paulo); SP-330 (Uberaba – Porto de Santos) e BR-050 (Brasília – Santos) são consideradas áreas com risco muito alto para a ocorrência de roubo de cargas.

Enfim, os números acima deixam claro como esse é um dos crimes mais executados no Brasil. Com foco nisso, trago a discussão sobre os motivos que fazem o roubo de cargas ser um dos crimes que mais cresce em nosso país e que torna, consequentemente, nossas estradas tão perigosas para o transporte de cargas. A fragilidade do sistema de segurança pública, já evidenciada há muito tempo, é um dos pontos importantes a serem debatidos.

Não existe um planejamento logístico eficiente em nosso país, que traga resultados efetivos. Tão pouco há uma força tarefa para que o problema seja resolvido ou ao menos minimizado. A falta de preocupação de governantes com esse problema contribui com a alta nas estatísticas desse tipo de crime. É preciso discutir com mais profundidade os temas relacionados a segurança no transporte.

É importante lembrar que o roubo de cargas afeta todos os brasileiros, já que reflete na produção, no abastecimento e no desenvolvimento de todos os setores da economia. Os prejuízos são incalculáveis.

Por enquanto, cabe a nós, empresas do setor logístico, investir cada vez mais em segurança. Nós da Transvip Brasil, transportadora de valores e cargas especiais, atuamos com carretas blindadas e com toda a tecnologia disponível no mercado como rastreamento de veículos via GPS, monitoramento em tempo real durante todo o trajeto, além de contar com vigilantes armados dentro dos veículos, entre outros meios de inibir o crime de roube de cargas. Os resultados vêm sendo positivos já que ainda não registramos nenhum sinistro, desde o início do serviço. Buscamos trazer todo nosso conhecimento em transporte de valores para o transporte de cargas especiais.

É a solução mais rápida para tentar diminuir os altos números citados no começo deste artigo. Ou alguém que tem o poder toma uma atitude e começa a olhar com mais preocupação para esse tema, ou continuaremos na lista que dá título a esse artigo.

Pedidos de falência caem 19,6% no acumulado em 12 meses 483

Falência

Dados são da Boa Vista/SPC

Os pedidos de falência caíram 19,6% no acumulado 12 meses (setembro de 2017 até agosto de 2018 comparado aos 12 meses antecedentes), segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC. Mantida a base de comparação, as falências decretadas subiram 15,0%, enquanto para os pedidos de recuperação judicial houve diminuição de 6,0%. As recuperações judiciais deferidas registraram queda de 2,9%.

Na comparação mensal os pedidos de falência avançaram 22,9% em relação a julho, assim como os pedidos de recuperação judicial (57,6%), falências decretadas (22,3%) e recuperações judiciais deferidas (42,7%).

Divulgação
Divulgação

De acordo com os resultados acumulados em 12 meses, os pedidos de falência continuam caindo. O movimento de queda está atrelado a melhora nas condições econômicas desde o ano passado, que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência. Entretanto, a continuidade desse processo dependerá de uma retomada mais acelerada da atividade econômica.

Metodologia

O indicador de falências e recuperações judiciais é construído com base na apuração dos dados mensais registrados na base de dados da Boa Vista SCPC, oriundos dos fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos estados.

Nova diretoria do CVG/RS tomará posse em outubro 780

Andreia Araujo assumirá como presidente da entidade

A nova diretoria do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG/RS) para a gestão 2018/2020 tomará posse no dia 03 de outubro. A nova liderança conta com a diretora de negócios a Previsul Seguradora, Andreia Araujo, como presidente da entidade.

Em decorrência do compromisso, não haverá o café/palestra do CVG/RS programada para o dia 25 de setembro. A posse da nova diretoria acontecerá a partir das 19h na sede do Sindicato das Seguradoras do RS, na Rua Otávio Rocha, 115 – Sétimo andar.

Posse da nova diretoria do CVG/RS
Posse da nova diretoria do CVG/RS

Grupo Segurador compensa emissão de CO2 de veículos segurados 627

Carro

Dia Mundial Sem Carro é celebrado neste sábado

Para compensar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) dos veículos segurados de sua carteira, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre promoverá, no Dia Mundial Sem Carro, celebrado em 22 de setembro, compra de créditos de carbono com investimento em projeto de compensação florestal.

Serão compensadas 6.582 tCOe (toneladas de carbono equivalente), com base em metodologia de empresa especializada na área, contratada pelo Grupo Segurador.

Os créditos de carbono adquiridos, por sua vez, serão investidos no projeto de recuperação florestal Ecomapuá, da Amazônia paraense.

Trata-se de uma área que se estende por 90.000 hectares do bioma amazônico na Ilha de Marajó, na jusante do Rio Amazonas, região de conservação considerada de prioridade “extremamente alta” pelo Ministério do Meio Ambiente. Nessa área residem mais de 100 famílias, que dependem dos recursos naturais da floresta para sobreviver.

“A compensação das emissões veiculares é uma ação que mostra ser possível ter atitudes que tragam benefícios para as pessoas e para o meio ambiente, além de trazer uma reflexão sobre a mobilidade nos centros urbanos”, explica Leonardo Mattedi, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

O compromisso do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre com a sustentabilidade não se resume a este projeto. Desde 2013, o Grupo Segurador relata suas emissões de gases de efeito estufa, por meio de inventário anual de emissões, utilizando a metodologia GHG Protocol. Para o cálculo, são considerados dados como consumo de diesel da sua sede, no edifício WTorre Morumbi, em São Paulo, de combustível de sua frota de veículos e consumo de energia elétrica, além dos dados de viagens a negócios, a destinação dos resíduos não recicláveis para aterros e outros.

“O registro público dos inventários tem o objetivo de criar um banco de dados que permite o estabelecimento de benchmarks setoriais, além de contribuir para a transparência do negócio perante a sociedade. Esse trabalho está alinhado com a COP 21/Paris Pledge for Action (ou Manifesto de Paris pela Ação), compromisso assinado pelo Grupo que visa à redução das emissões de carbono para contribuir com o crescimento e o desenvolvimento sustentável do planeta”, explica Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

Qualicorp firma acordo para otimizar atendimento de clientes 795

Qualicorp

Iniciativa visa garantir ainda mais agilidade e resolutividade na resposta aos consumidores

A Qualicorp, líder brasileira na comercialização e administração de planos de saúde coletivos, e o Procon de Santos assinaram na última sexta-feira (14) um Termo de Cooperação para otimizar o atendimento aos clientes da companhia no município santista.

O acordo entre o órgão e uma empresa do setor de saúde é inédito e irá disponibilizar canais exclusivos de comunicação entre o Procon e a Qualicorp, por meio de telefone e e-mail. Além disso, o prazo de resposta aos clientes da companhia também será reduzido para, no máximo, 5 dias.

Segundo Juliana Pereira, Diretora Executiva de Clientes da Qualicorp, “o acordo firmado é mais um passo para que possamos nos aproximar do Procon de Santos e prestar aos nossos clientes um atendimento ainda mais ágil e resolutivo. Além de envolver menos agentes durante as tratativas, essa iniciativa também ajuda a evitar a judicialização”. Ainda de acordo com Juliana, “esse é o primeiro termo assinado pela Qualicorp com um Procon, e já estamos trabalhando para firmar novos acordos com Procons de outros municípios”.

Para Rafael Quaresma, Coordenador do Procon de Santos, “o termo assinado traz diversos benefícios aos consumidores, como um canal direto de atendimento e a priorização das demandas, além da redução pela metade do prazo de resposta ao cliente”.

Foco no atendimento ao cliente: o acordo com o Procon de Santos é o quinto assinado junto a um órgão público com o objetivo de otimizar o atendimento ao cliente. Nos últimos dois anos, a Qualicorp também firmou parceria com os Núcleos de Defesa do Consumidor (Nudecon) do Rio de Janeiro, do Maranhão e do Distrito Federal e com a Defensoria Pública da Bahia. “Iniciativas como essa reforçam nosso compromisso com o cliente e também nossa busca por um sistema de saúde inovador, eficiente e centrado nas pessoas”, conclui Juliana.