Você está preparado para investir em Criptomoedas? Veja tudo o que precisa saber sobre moedas digitais 1307

Estima-se que mais de 1 milhão de brasileiros negociem criptomoedas; Mas será que a população está preparada?

Recentemente, as notícias sobre as criptomoedas chamaram atenção não apenas do mercado financeiro, mas também de pessoas interessadas em investir nelas. O Bitcoin chegou a se valorizar 1.500% somente no ano de 2017, muito acima do que qualquer outro investimento, conforme pode-se ver no gráfico a seguir, disponibilizado na Infomoney:

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Isso fez com que muitas pessoas no Brasil passassem a investir na criptomoeda, algo que antes nunca tinham ouvido falar. Para se ter uma ideia, em outubro de 2017, 610.364 investidores pessoas físicas investiam nelas na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Porém, se estima que mais de 1 milhão de brasileiros as tenham negociado.

Entretanto, apesar da alta valorização, uma das criptomoedas mais conhecidas, o Bitcoin, já teve queda após a sua grande alta. Isso fez com que alguns especialistas dissessem que essa é uma bolha e que muita gente pode perder dinheiro.

Mas, o que são as criptomoedas?

As criptomoedas são moedas virtuais. Isso quer dizer que não existem de forma física como o real, dólar ou outra moeda emitida por qualquer outro país.

Na verdade, ela não é vinculada a nenhum país e, por isso, não tem regulamentações, o que faz com que deixe de oferecer algumas seguranças.

Existem centenas de criptomoedas em circulação, como a Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Ripple e outras. A mais conhecida é a primeira, que ocupa cerca de 55% desse mercado.

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A grande vantagem dessas criptomoedas é que podem ser transferidas imediatamente de uma conta para outra e não possuem altas taxas de negociação.

Outro ponto é que não é preciso se identificar para negociar essas moedas, o que pode preservar as identidades, mas também permitir negociações em que os envolvidos estejam praticando atos ilícitos e desejam se manter no anonimato.

A forma de adquirir essas criptomoedas seria comprando de outras pessoas ou minerando-as. Porém, hoje os computadores comuns já não conseguem minerar, uma vez que existem grandes centros de informática fazendo isso e tornando essa ação inviável.

Devido a prometerem altos ganhos em um curto espaço de tempo, são classificadas como opções binárias.

O que dizem os especialistas sobre as criptomoedas?

As opiniões ao redor do mundo se dividem. Enquanto alguns apostam que esse é um bom investimento e que pode gerar grandes lucros, outros os veem com desconfiança e como uma febre passageira.

Para o banco central da Dinamarca, essa seria uma “aposta mortal”. No Reino Unido, um dos chefes financeiros alertou as pessoas para que estejam preparadas caso invistam em criptomoedas, como o Bitcoins.

O chefe da Financial Conduct Authority alerta que essas não são moedas seguras, já que não há governos e nem bancos centrais atrás da moeda.

Para Thiago Salomão, responsável pela Carteira Infomoney, chamar a valorização de Bolha não é algo errado, pois quando se tem uma valorização muito rápida fica difícil dela se sustentar.

Já Carlos André Montenegro, que possui a corretora de criptomoedas Bitcoin Trade, a visão é bem diferente. Ele não as enxerga como uma bolha, pois elas servem como reserva de valor e possuem um valor volátil.

Porém, ele reforça que o mercado brasileiro ainda não está pronto para as criptomoedas, pois muitas corretoras não estão preparadas para atender as grandes demandas.

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A projeção das criptomoedas para 2018

Após a valorização do Bitcoin, nesse ano de 2018 devem surgir novas criptomoedas bastante valorizadas no mercado, uma vez que o tema ganhou grande abrangência.

Entre as possíveis que se valorizarão está: Litecoin, Monero, Neo, Cardano, Ripple, Iota e Bitcoin Cash.

Além disso, a aceitação de pagamento com as criptomoedas deve fazer com que suas transações aumentem. Existem rumores de que a Amazon aceitará o pagamento com elas, sem falar de outros estabelecimentos que já as aceitam.

Outra questão é que o acesso às criptomoedas deve ser facilitado e as corretoras devem criar alternativas para quem ainda não realiza transações com elas.

O economista Fernando Ulrich diz que o custo de criar uma criptomoeda é baixo, mas que somente algumas das mais de 1.300 que estão no mercado devem sobreviver.

Os brasileiros estão preparados para esse novo mercado?

O brasileiro, muitas vezes, acaba investindo por um impulso em algo novo, sem avaliar os riscos. Por isso, antes de tudo é preciso buscar conhecer o que o mercado das criptomoedas oferece e quais os seus riscos.

Essa pode ser uma nova opção de investimento, mas, como qualquer outro, deve ser feito com cautela.

Para Thiago Salomão, da Carteira InfoMoney, o investimento em criptomoedas não deve ser superior a 5% dos investimentos, pois, assim, a renda não será afetada em caso de desvalorização.

Da mesma ideia compartilha o presidente da Mercado Bitcoin, Rodrigo Batista. Para ele não deve ser investido um valor significativo e que pode fazer falta.

Por isso, os brasileiros precisam entender que esse é um investimento como qualquer outro e, apesar das criptomoedas serem vistas como o dinheiro do futuro, é preciso não aplicar todo o dinheiro em um investimento considerado de risco.

Pedrinhas destacam Outubro Rosa e a importância dos Securitários 10868

Encontro foi realizado na noite desta segunda-feira (08), em Porto Alegre (RS)

O Clube da Pedrinha em Seguros (RS) realizou o tradicional encontro mensal da entidade na noite desta segunda-feira (08), na Capital Gaúcha. O Restaurante Casa do Marquês foi palco de uma apresentação de Valdir Brusch, presidente do Sindicato dos Securitários do Rio Grande do Sul. Brusch destacou a importância social da entidade sindical para a categoria, além da série de desafios que surgiram com a reforma trabalhista.

A entidade ainda endossou apoio à campanha “Outubro Rosa”, que visa combater o câncer nas mulheres. Lenços foram arrecadados em parceria com a Escola Nacional de Seguros e Daniela Zimmer, executiva da Bradesco Seguros, lembrou da fundamental relevância da doação de cabelos para confecção de perucas às vítimas de uma doença silenciosa.

Outro destaque do encontro foi o sorteio de um par de ingressos para o Troféu JRS aos membros do Clube. Niris Cunha e Maria Izabel Indrusiak garantiram a participação na grande festa do seguro, que acontece no dia 19 de outubro, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho.

Todas as imagens – Encontro mensal do Clube da Pedrinha:

Evento da Zurich reúne executivos para atualização de estratégia 4086

Gláucia Smithson, Edson Franco, Claudia Dill, Sierra Signorelli e Carola Fratini / Divulgação

Broker Advisory Board discutiu estratégia na subscrição de riscos empresariais, inovação e soluções

No dia 4 de outubro a Zurich realizou o evento Zurich Broker Advisory Board – reunião de um grupo seleto de executivos do mercado para uma atualização sobre a estratégia na subscrição de riscos empresariais, inovação e soluções.

Participou do evento a Global Chief Underwriting Officer da Zurich, Sierra Signorelli, que apresentou as tendências do mercado global e estratégia da Zurich, que inclui a expansão em áreas táticas, melhor posicionamento no mercado; investimento em serviços ao cliente, corretor e talentos internos, incluindo o empoderamento local dos seus subscritores; o aumento das capacidades tecnológicas de modo que estas possibilitem maior conhecimento sobre o mercado de atuação da empresa; e o investimento na solução de necessidades de clientes para criar operações mais eficientes para mercados futuros.

Além de Signorelli, participaram do encontro no restaurante Fleming’s Prime Steak House & Wine Bar, em São Paulo, Claudia Dill (CEO Latam), Edson Franco (CEO Brasil) e Carola Fratini (Head of Commercial Insurance Latam), Glaucia Smithson (Head of Commercial Insurance Brasil) e demais executivos da companhia.

BB e Mapfre apoia maior hospital pediátrico do Brasil 3575

Localizado no Paraná, o Hospital Pequeno Príncipe realiza mais de 300 mil atendimentos por ano

Pelo oitavo ano consecutivo, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre apoia o Pequeno Príncipe, o maior hospital pediátrico do Brasil. Situado na cidade de Curitiba (PR), a instituição realiza mais de 300 mil atendimentos ao ano, com 70% da capacidade destinada ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Neste ano, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre está contribuindo com dois projetos desenvolvidos pela entidade. O primeiro, denominado Inovação do Centro Cirúrgico, tem como objetivo promover maior qualidade e segurança nos procedimentos pré e pós-cirúrgicos em crianças e adolescentes com câncer atendidas pelo Hospital por meio da aquisição de equipamentos hospitalares e mobiliários para salas cirúrgicas e áreas de apoio.

Já o segundo projeto apoiado pelo Grupo, o Saúde Integral, contribui para a efetivação dos direitos fundamentais dos pacientes e garante o acolhimento integral de seus familiares, além de viabilizar diversos serviços complementares e de apoio, importantes para o fortalecimento do vínculo familiar e para a assistência à saúde com qualidade e humanização.

O projeto ainda contribui para a oferta de uma estrutura completa aos pacientes e suas famílias no Pequeno Príncipe, englobando o acompanhamento escolar de crianças e adolescentes em tratamento, atendimentos de psicologia e odontologia e até mesmo uma casa de apoio, espaço de acolhimento de familiares acompanhantes vindos de todas as regiões do Brasil.

A diretora de Marketing e Sustentabilidade do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, Fátima Lima, explica que o apoio a iniciativas que transformam a sociedade e oferecem assistência à população de forma gratuita é um dos pilares da empresa. “Estamos muito felizes em poder dar continuidade à parceria com o Hospital Pequeno Príncipe e, dessa forma, ajudar crianças e adolescentes que – em muitos casos – não poderiam pagar por um tratamento tão complexo”, afirma.

Para a diretora executiva do Hospital Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro, as parcerias duradouras são fundamentais para assegurar o trabalho realizado há 99 anos pela instituição em favor das crianças e adolescentes de todo o país. “A mobilização social tem um papel essencial na história do Pequeno Príncipe. Desde o início do atendimento em saúde, em 1919, as parcerias são significativas para a nossa atuação. A participação de diferentes instituições e pessoas nos permite oferecer tratamento de ponta e transformar a vida de crianças e adolescentes de diferentes regiões do Brasil, que têm a oportunidade de ter acesso a um centro de saúde de excelência”, conclui.

Grupo MBM participa da 42ª edição do Oscar de Seguros 3539

Evento é promovido pelo CVG-RJ

Na última quinta-feira, dia 4 de outubro, aconteceu a cerimônia Destaques do Ano 2017/2018 promovido pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ). O evento, tradicionalmente conhecido como “Oscar de Seguros”, aconteceu no Museu do Amanhã, na cidade do Rio de Janeiro, e contou com a participação de grandes personalidades do mercado segurador carioca.

O diretor comercial do MBM, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves, o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann, juntamente com a gerente da filial MBM RJ, Tatiana Antoniazzi e sua equipe estiveram presentes no evento. Para Tatiana o evento colocou, mais uma vez, o MBM em evidência “Foi um enorme prazer compartilharmos este momento com amigos tão queridos e competentes. Fazer parte deste seleto grupo certamente nos engrandece”, comenta. “A nossa participação em eventos como este é essencial, uma vez que nele se reúnem profissionais do mercado de seguros de todo o Estado do Rio de Janeiro”, complementa Luiz Eduardo.

A filial MBM Rio de Janeiro está localizada na Rua Álvaro Alvim, 21 – 3º andar, no centro do Rio de Janeiro. Os telefones para contato são (21) 2533.3589 e (21) 2240.4328.

O que esperar da reforma da previdência? 3012

Previdência

Mudanças são necessárias para a resolução de outros pontos críticos do Brasil como educação, saúde e segurança pública

Creio que muitos estejam atentos ao cenário político, e quando possível, tentamos entender o que cada candidato está propondo para os principais temas do Brasil. Tenho visto, rotineiramente, as pessoas debatendo em rodas de conversa sobre temas como saúde, educação e segurança pública. Previdência entra nas discussões, mas em uma menor relevância na maioria das vezes. Nos debates, a reforma da previdência vem sendo tratada com a mesma intensidade que os demais temas – que realmente são críticos no Brasil. Mas dada a consequência do déficit da previdência, o tema deveria ter muito mais relevância nestas discussões.

A dúvida é a seguinte, as pessoas sabem o real impacto do problema da previdência no país e que isso inviabiliza investimentos em qualquer outra área? Ou seja, caso o problema não seja resolvido, fica muito difícil resolver os demais.

Abaixo, seguem alguns dados que comprovam essas conclusões:

  • 1° – O governo projeta para 2019 que os gastos com a previdência consumirão 53,4% do orçamento total;
  • 2° – Somente o déficit da previdência estimado para 2019 será maior do que os orçamentos das áreas de saúde, segurança pública e educação somadas;
  • 3° – Em 2017, somente 13% da população se enquadra como idosa, e em 2026 serão 32% de idosos no Brasil usufruindo dos benefícios da previdência;
  • 4° – Atualmente, temos cerca de 8 pessoas contribuindo para a previdência para cada pessoa que se beneficia do sistema. Em 2060 a projeção é termos 2 contribuintes para cada beneficiário. Teríamos que arrecadar 4 vezes mais de cada contribuinte para manter o sistema como está hoje;
  • 5° – O Brasil gasta cerca de 12% do PIB com previdência, enquanto países com a mesma proporção de idosos na população gasta, em média, menos de 4% do PIB;
  • 6° – A expectativa de vida do brasileiro vai subir cerca de 15% até 2060 (o que significa que o sistema previdenciário vai ter que pagar o benefício, em média, por um período 15% maior do que é hoje);
  • 7° – Servidores públicos recebem uma aposentadoria maior que os funcionários da iniciativa privada. Caso essa diferença seja ajustada, 30% do déficit seria resolvido (ou seja, apesar de importante, só isso não resolve a questão).

Em resumo, o problema é muito grave e o cenário futuro é bastante complexo. A relação contribuinte versus beneficiário caindo drasticamente, expectativa de vida subindo, envelhecimento da população e gasto extremamente elevado já no cenário atual e o fato de 76% da população depender muito da previdência social já nos dias de hoje.

É preciso que a população fique atenta a este tema, pois se não for resolvido, não só o sistema previdenciário vai ter problemas, mas como o Brasil não conseguirá investir em outras questões fundamentais como educação, saúde e segurança.

*Raphael Swierczynski é CEO da Ciclic, primeira fintech do mercado de previdência complementar.

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