13° World Economic Forum on Latin America busca criar nova narrativa para a região 5471

Tema da reunião é América Latina no Ponto de Inflexão: Criando uma Nova Narrativa

O 13° World Economic Forum on Latin America deve reunir mais de 700 líderes de empresas, governos e a sociedade civil para criar uma nova narrativa para a região, diante dos impactos significantes que o intenso ciclo eleitoral dos próximos dois deve ter na arena política e socioeconômica.

Com o tema América Latina no Ponto de Inflexão: Criando uma Nova Narrativa, a reunião pretende aproveitar desse movimento para ajudar a criar uma nova narrativa, baseada na riqueza de recursos humanos e naturais que a região apresenta, com o foco principal em liderança responsável e no bem-estar da população. O tema também aborda a tecnologia e inovação, que serão fatores importantes para a modernização das economias regionais, o aumento da produtividade e o progresso econômico para todos.

Para as organizações, a reunião vai ajudar a navegar e influenciar as transformações econômicas, políticas e tecnológicas que estão por vir. Outro tema dos debates será como a Quarta Revolução Industrial pode ajudar a região a maximizar seu potencial e promover seu espírito empreendedor e ecossistema de start-ups.

“A reunião regional de 2018 será, sem dúvida, um marco para a agenda da América Latina. Com a articulação de líderes dos setores público e privado e da sociedade civil, podemos exercer uma influência coletiva sobre a narrativa da região. A América Latina está iniciando um ciclo eleitoral decisivo, que representa uma oportunidade de abraçar a tecnologia e a inovação e, ao mesmo tempo, promover a criação de valor a longo prazo, fomentando o progresso econômico de maneira sustentável e inclusiva”, disse Marisol Argueta de Barillas, Chefe de Estratégia Regional – América Latina e Membro do Comitê Executivo, do World Economic LLC.

“A cidade de São Paulo sediou o primeiro World Economic Forum on Latin America pela primeira vez doze anos atrás, em 2006. Esse é um momento especial, uma reunião que representa uma grande honra para nosso país e uma oportunidade de trabalhar em conjunto com o Forum para abrir um diálogo e conscientizar as pessoas sobre os maiores desafios globais. A cidade de São Paulo recebe o Forum de braços abertos. Desejo a todos um Forum excelente”, disse Geraldo Alckmin, Governador de São Paulo, Brasil.

“É uma grande satisfação para a cidade de São Paulo sediar o World Economic Forum on Latin America. A cidade é o maior centro de consumo da América Latina. Com a retomada do crescimento, o Brasil pode apoiar a expansão da economia regional. Para o investidor internacional, é uma ótima oportunidade para conhecer as várias oportunidades de negócios no estado e na cidade de São Paulo”, disse João Doria, Prefeito de São Paulo.

Os principais participantes regionais incluem: Michel Temer, Presidente do Brasil; Isabel Saint Malo de Alvarado, Vice-presidente do Panamá; Jorge Faurie, Ministro de Relações Exteriores e Culto da Argentina; Cármen Lúcia Antunes Rocha, Presidente, Supremo Tribunal Federal do Brasil; Henrique Meirelles, Ministro da Fazenda, Brasil; Geraldo Alckmin Filho, Governador de São Paulo, Brasil; João Doria, Prefeito de São Paulo, Brasil; Mauricio Cardenas, Ministro de Finanças e Crédito Público da Colômbia; Manuel A. Gonzalez, Ministro de Relações Exteriores da Costa Rica; Roberto Azevêdo, Diretor-Geral, Organização Mundial do Comércio (OMC); Alicia Bárcena Ibarra, Secretária Executiva, Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (ECLAC), Santiago; Luis Alberto Moreno, Presidente, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Washington DC; Membro do Conselho de Administração do World Economic Forum; Ildefonso Guajardo Villarreal, Secretário da Economia do México; Maria Soledad Nuñez Mendez, Ministra de Habitação do Paraguai; e Lieneke María Schol Calle, Ministro de Produção do Peru.

Os Presidentes Conjuntos do World Economic Forum on latin America são: Candido Bracher, Presidente, Itaú Unibanco, Brasil; Paul Bulcke, Membro do Conselho, Nestlé SA; Maria Cristina Frias, Membro do Conselho e Editora de Mercado Aberto, Grupo Folha, Brasil; Michael Gregoire, Presidente, CA Technologies; Alejandro Ramirez, Presidente, Cinepolis; Luiz Carlos Trabuco Cappi, Presidente Executivo, Banco Bradesco, Brasil; Luiza Helena Trajano, Presidente do Conselho de Administração, Magazine Luiza SA; Ngaire Woods, Reitora, Escola de Governo Blavatnik, Universidade de Oxford, Reino Unido.

Por que o Brasil entrou no mapa mundial das estradas mais perigosas para o transporte de cargas? 536

Transporte de Cargas

Entenda no artigo de Marcos Cunha, diretor geral da Transvip Brasil

O grave problema de roubo de cargas e falta de segurança nas estradas se torna mais latente a cada ano que passa. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), neste ano houve um aumento de 160% nos casos de roubo de carga em Piracicaba (SP), muito por conta dos expressivos números registrados em Limeira, que teve 12 ocorrências em 2018 contra duas no ano passado.

No Rio de Janeiro, entre 2003 e 2017, a média de roubos de carga nos meses de fevereiro e junho foi de 33,5 registros, segundo dados do Instituto de Segurança Pública. No ano de 2018, no mesmo período, foram registrados 200 roubos de carga na área, o que significa aumento de 497%, o maior valor já registrado pela região na série histórica. De acordo com um levantamento feito pelo JCC Cargo Watchlist, os trechos das rodovias BR-116 (Curitiba – São Paulo e Rio de Janeiro – São Paulo); SP-330 (Uberaba – Porto de Santos) e BR-050 (Brasília – Santos) são consideradas áreas com risco muito alto para a ocorrência de roubo de cargas.

Enfim, os números acima deixam claro como esse é um dos crimes mais executados no Brasil. Com foco nisso, trago a discussão sobre os motivos que fazem o roubo de cargas ser um dos crimes que mais cresce em nosso país e que torna, consequentemente, nossas estradas tão perigosas para o transporte de cargas. A fragilidade do sistema de segurança pública, já evidenciada há muito tempo, é um dos pontos importantes a serem debatidos.

Não existe um planejamento logístico eficiente em nosso país, que traga resultados efetivos. Tão pouco há uma força tarefa para que o problema seja resolvido ou ao menos minimizado. A falta de preocupação de governantes com esse problema contribui com a alta nas estatísticas desse tipo de crime. É preciso discutir com mais profundidade os temas relacionados a segurança no transporte.

É importante lembrar que o roubo de cargas afeta todos os brasileiros, já que reflete na produção, no abastecimento e no desenvolvimento de todos os setores da economia. Os prejuízos são incalculáveis.

Por enquanto, cabe a nós, empresas do setor logístico, investir cada vez mais em segurança. Nós da Transvip Brasil, transportadora de valores e cargas especiais, atuamos com carretas blindadas e com toda a tecnologia disponível no mercado como rastreamento de veículos via GPS, monitoramento em tempo real durante todo o trajeto, além de contar com vigilantes armados dentro dos veículos, entre outros meios de inibir o crime de roube de cargas. Os resultados vêm sendo positivos já que ainda não registramos nenhum sinistro, desde o início do serviço. Buscamos trazer todo nosso conhecimento em transporte de valores para o transporte de cargas especiais.

É a solução mais rápida para tentar diminuir os altos números citados no começo deste artigo. Ou alguém que tem o poder toma uma atitude e começa a olhar com mais preocupação para esse tema, ou continuaremos na lista que dá título a esse artigo.

Pedidos de falência caem 19,6% no acumulado em 12 meses 519

Falência

Dados são da Boa Vista/SPC

Os pedidos de falência caíram 19,6% no acumulado 12 meses (setembro de 2017 até agosto de 2018 comparado aos 12 meses antecedentes), segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC. Mantida a base de comparação, as falências decretadas subiram 15,0%, enquanto para os pedidos de recuperação judicial houve diminuição de 6,0%. As recuperações judiciais deferidas registraram queda de 2,9%.

Na comparação mensal os pedidos de falência avançaram 22,9% em relação a julho, assim como os pedidos de recuperação judicial (57,6%), falências decretadas (22,3%) e recuperações judiciais deferidas (42,7%).

Divulgação
Divulgação

De acordo com os resultados acumulados em 12 meses, os pedidos de falência continuam caindo. O movimento de queda está atrelado a melhora nas condições econômicas desde o ano passado, que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência. Entretanto, a continuidade desse processo dependerá de uma retomada mais acelerada da atividade econômica.

Metodologia

O indicador de falências e recuperações judiciais é construído com base na apuração dos dados mensais registrados na base de dados da Boa Vista SCPC, oriundos dos fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos estados.

Nova diretoria do CVG/RS tomará posse em outubro 849

Andreia Araujo assumirá como presidente da entidade

A nova diretoria do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG/RS) para a gestão 2018/2020 tomará posse no dia 03 de outubro. A nova liderança conta com a diretora de negócios a Previsul Seguradora, Andreia Araujo, como presidente da entidade.

Em decorrência do compromisso, não haverá o café/palestra do CVG/RS programada para o dia 25 de setembro. A posse da nova diretoria acontecerá a partir das 19h na sede do Sindicato das Seguradoras do RS, na Rua Otávio Rocha, 115 – Sétimo andar.

Posse da nova diretoria do CVG/RS
Posse da nova diretoria do CVG/RS

Grupo Segurador compensa emissão de CO2 de veículos segurados 665

Carro

Dia Mundial Sem Carro é celebrado neste sábado

Para compensar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) dos veículos segurados de sua carteira, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre promoverá, no Dia Mundial Sem Carro, celebrado em 22 de setembro, compra de créditos de carbono com investimento em projeto de compensação florestal.

Serão compensadas 6.582 tCOe (toneladas de carbono equivalente), com base em metodologia de empresa especializada na área, contratada pelo Grupo Segurador.

Os créditos de carbono adquiridos, por sua vez, serão investidos no projeto de recuperação florestal Ecomapuá, da Amazônia paraense.

Trata-se de uma área que se estende por 90.000 hectares do bioma amazônico na Ilha de Marajó, na jusante do Rio Amazonas, região de conservação considerada de prioridade “extremamente alta” pelo Ministério do Meio Ambiente. Nessa área residem mais de 100 famílias, que dependem dos recursos naturais da floresta para sobreviver.

“A compensação das emissões veiculares é uma ação que mostra ser possível ter atitudes que tragam benefícios para as pessoas e para o meio ambiente, além de trazer uma reflexão sobre a mobilidade nos centros urbanos”, explica Leonardo Mattedi, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

O compromisso do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre com a sustentabilidade não se resume a este projeto. Desde 2013, o Grupo Segurador relata suas emissões de gases de efeito estufa, por meio de inventário anual de emissões, utilizando a metodologia GHG Protocol. Para o cálculo, são considerados dados como consumo de diesel da sua sede, no edifício WTorre Morumbi, em São Paulo, de combustível de sua frota de veículos e consumo de energia elétrica, além dos dados de viagens a negócios, a destinação dos resíduos não recicláveis para aterros e outros.

“O registro público dos inventários tem o objetivo de criar um banco de dados que permite o estabelecimento de benchmarks setoriais, além de contribuir para a transparência do negócio perante a sociedade. Esse trabalho está alinhado com a COP 21/Paris Pledge for Action (ou Manifesto de Paris pela Ação), compromisso assinado pelo Grupo que visa à redução das emissões de carbono para contribuir com o crescimento e o desenvolvimento sustentável do planeta”, explica Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

Qualicorp firma acordo para otimizar atendimento de clientes 827

Qualicorp

Iniciativa visa garantir ainda mais agilidade e resolutividade na resposta aos consumidores

A Qualicorp, líder brasileira na comercialização e administração de planos de saúde coletivos, e o Procon de Santos assinaram na última sexta-feira (14) um Termo de Cooperação para otimizar o atendimento aos clientes da companhia no município santista.

O acordo entre o órgão e uma empresa do setor de saúde é inédito e irá disponibilizar canais exclusivos de comunicação entre o Procon e a Qualicorp, por meio de telefone e e-mail. Além disso, o prazo de resposta aos clientes da companhia também será reduzido para, no máximo, 5 dias.

Segundo Juliana Pereira, Diretora Executiva de Clientes da Qualicorp, “o acordo firmado é mais um passo para que possamos nos aproximar do Procon de Santos e prestar aos nossos clientes um atendimento ainda mais ágil e resolutivo. Além de envolver menos agentes durante as tratativas, essa iniciativa também ajuda a evitar a judicialização”. Ainda de acordo com Juliana, “esse é o primeiro termo assinado pela Qualicorp com um Procon, e já estamos trabalhando para firmar novos acordos com Procons de outros municípios”.

Para Rafael Quaresma, Coordenador do Procon de Santos, “o termo assinado traz diversos benefícios aos consumidores, como um canal direto de atendimento e a priorização das demandas, além da redução pela metade do prazo de resposta ao cliente”.

Foco no atendimento ao cliente: o acordo com o Procon de Santos é o quinto assinado junto a um órgão público com o objetivo de otimizar o atendimento ao cliente. Nos últimos dois anos, a Qualicorp também firmou parceria com os Núcleos de Defesa do Consumidor (Nudecon) do Rio de Janeiro, do Maranhão e do Distrito Federal e com a Defensoria Pública da Bahia. “Iniciativas como essa reforçam nosso compromisso com o cliente e também nossa busca por um sistema de saúde inovador, eficiente e centrado nas pessoas”, conclui Juliana.