HDI foca em aperfeiçoamento de produtos e preços 9713

Entrevista exclusiva com diretor de planejamento financeiro e investimentos

Recentemente a HDI Seguros anunciou Roberto Santiago Takatsu como diretor de Planejamento Financeiro e Investimentos. O cargo, recém-criado pela sexta maior seguradora de automóveis do Brasil, busca reforço estratégico ao seu quadro.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de seguros, previdência e investimento financeiro, o novo diretor tem a missão de implementar novo plano de negócios da empresa, agregar tecnologias e funcionalidades aos clientes e corretores da área financeira, além de auxiliar no direcionamento da empresa frente a requisitos globais. Com vivências nos Estados Unidos e na China, ele possui amplo know-how na área financeira internacional, sempre acompanhando as novidades e tendências do setor.

Confira entrevista exclusiva:

Roberto Santiago Takatsu é o novo diretor de Planejamento Financeiro e Investimentos da HDI Seguros. Divulgação

JRS: Como a sua experiência lhe auxiliará neste novo desafio na HDI?

Roberto Takatsu: O mercado segurador vem se aprimorando nestes últimos anos e junto os requerimentos de capital para cobertura de solvência. A SUSEP solicita cada vez mais capital, tanto para cobertura de riscos de seguros, quanto para riscos de investimentos, trazendo novos desafios para as seguradoras na gestão de seu balanço. Se por um lado isto é um fator positivo, pois assegura um mercado forte e capitalizado para honrar com seus compromissos, por outro lado uma gestão eficiente de capital se tornou fator crucial para a sobrevivência da seguradora no longo prazo.
Neste contexto assumo a diretoria de Planejamento Financeiro da HDI para assegurar uma visão holística das iniciativas estratégicas de tal forma que todo investimento de capital esteja alinhado com a estratégia da companhia e que os mesmos gerem um retorno mínimo acima do custo de capital dos acionistas.
Desta forma, minha experiência na gestão e seleção de investimentos contribuirá neste novo desafio, onde toda iniciativa estratégica será analisada como um investimento e priorizada de acordo com o retorno esperado e a facilidade de implantação.

JRS: Qual o reforço estratégico que esse novo cargo trará a companhia? Como ele se refletirá em benefícios aos corretores e segurados?

RT: A função principal deste cargo é assegurar uma visão integrada de todas as iniciativas estratégicas da companhia priorizando os projetos com maior retorno e maior facilidade de implantação. Sendo assim, conseguiremos acelerar a implantação de novos produtos e serviços aos nossos segurados e corretores com uma velocidade de resposta muito mais alta do que no modelo atual, onde muitas iniciativas eram tratadas individualmente por cada departamento. Além disso, o departamento de planejamento também será responsável por identificar novos processos de melhoria que resultarão em ganhos de eficiência com consequente reflexo no preço de nossos produtos.

JRS: Seguro de automóveis ainda é o produto mais popular entre os brasileiros. A HDI, como a sexta maior companhia do segmento, tem entre suas responsabilidades estar atenta às modificações de consumo?

RT: A HDI está atenta a estas modificações e por isso vem passando por uma transformação desde o ano passado para ser cada vez mais digital e estar ainda mais próxima do consumidor. Os hábitos de consumo influenciam na forma como clientes e empresas se relacionam e também em possibilidades de novos produtos. Estes são cenários que observamos bastante.

JRS: Um bom planejamento pode acarretar em inúmeros efeitos. Quais seus planos de ações frente à nova área?

RT: Estou atuando em duas frentes: uma interna com a estruturação da nova diretoria de planejamento que é composta pelos departamentos de PMO – Planejamento, Orçamento, Investimentos e Tesouraria, onde o objetivo principal é alavancar a sinergia entre as áreas de PMO e orçamento com as outras áreas de negócios. Esta nova diretoria auxiliará na definição e priorização dos projetos e acompanhará se a execução dos mesmos está ocorrendo dentro do prazo e custo estimado. Além disso, após a implantação dos projetos acompanharemos se os resultados obtidos estão ocorrendo de acordo com o planejado. Este é um ponto crucial dada a dificuldade de se isolar o impacto de uma iniciativa nas vendas, mas estamos trabalhando para segregar gerencialmente estes impactos.
Na segunda frente que atuo, a HDI montou um plano para cinco anos onde na primeira fase o foco foi a redução de custos e agora estamos focados nas melhorias de produtos e preços. No total, são 32 iniciativas que precisam ser coordenadas e monitoradas e este é nosso principal objetivo: que todas as iniciativas sejam implantadas de forma organizada sem reflexos negativos em nossa operação.

JRS: Sob a sua perspectiva, o que podemos aguardar da HDI em 2018?

RT: Neste ano, a HDI seguirá investindo no segmento de automóveis e também abrirá novas frentes de seguros que sejam atrelados ao core da empresa. Também trabalharemos para ampliar nossa base segurada nos produtos que lançamos no último ano, como o seguro para moto, para residência e para micro e pequenas empresas.

JRS: Quais novidades esperar da companhia em outros ramos que não o de automóvel?

RT: A companhia está focada em diversificação de portfólio dentro dos ramos em que já atua e em outros que tenham sinergia com o core business. Mais do que isso não posso adiantar ainda.

Por que o Brasil entrou no mapa mundial das estradas mais perigosas para o transporte de cargas? 494

Transporte de Cargas

Entenda no artigo de Marcos Cunha, diretor geral da Transvip Brasil

O grave problema de roubo de cargas e falta de segurança nas estradas se torna mais latente a cada ano que passa. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), neste ano houve um aumento de 160% nos casos de roubo de carga em Piracicaba (SP), muito por conta dos expressivos números registrados em Limeira, que teve 12 ocorrências em 2018 contra duas no ano passado.

No Rio de Janeiro, entre 2003 e 2017, a média de roubos de carga nos meses de fevereiro e junho foi de 33,5 registros, segundo dados do Instituto de Segurança Pública. No ano de 2018, no mesmo período, foram registrados 200 roubos de carga na área, o que significa aumento de 497%, o maior valor já registrado pela região na série histórica. De acordo com um levantamento feito pelo JCC Cargo Watchlist, os trechos das rodovias BR-116 (Curitiba – São Paulo e Rio de Janeiro – São Paulo); SP-330 (Uberaba – Porto de Santos) e BR-050 (Brasília – Santos) são consideradas áreas com risco muito alto para a ocorrência de roubo de cargas.

Enfim, os números acima deixam claro como esse é um dos crimes mais executados no Brasil. Com foco nisso, trago a discussão sobre os motivos que fazem o roubo de cargas ser um dos crimes que mais cresce em nosso país e que torna, consequentemente, nossas estradas tão perigosas para o transporte de cargas. A fragilidade do sistema de segurança pública, já evidenciada há muito tempo, é um dos pontos importantes a serem debatidos.

Não existe um planejamento logístico eficiente em nosso país, que traga resultados efetivos. Tão pouco há uma força tarefa para que o problema seja resolvido ou ao menos minimizado. A falta de preocupação de governantes com esse problema contribui com a alta nas estatísticas desse tipo de crime. É preciso discutir com mais profundidade os temas relacionados a segurança no transporte.

É importante lembrar que o roubo de cargas afeta todos os brasileiros, já que reflete na produção, no abastecimento e no desenvolvimento de todos os setores da economia. Os prejuízos são incalculáveis.

Por enquanto, cabe a nós, empresas do setor logístico, investir cada vez mais em segurança. Nós da Transvip Brasil, transportadora de valores e cargas especiais, atuamos com carretas blindadas e com toda a tecnologia disponível no mercado como rastreamento de veículos via GPS, monitoramento em tempo real durante todo o trajeto, além de contar com vigilantes armados dentro dos veículos, entre outros meios de inibir o crime de roube de cargas. Os resultados vêm sendo positivos já que ainda não registramos nenhum sinistro, desde o início do serviço. Buscamos trazer todo nosso conhecimento em transporte de valores para o transporte de cargas especiais.

É a solução mais rápida para tentar diminuir os altos números citados no começo deste artigo. Ou alguém que tem o poder toma uma atitude e começa a olhar com mais preocupação para esse tema, ou continuaremos na lista que dá título a esse artigo.

Pedidos de falência caem 19,6% no acumulado em 12 meses 483

Falência

Dados são da Boa Vista/SPC

Os pedidos de falência caíram 19,6% no acumulado 12 meses (setembro de 2017 até agosto de 2018 comparado aos 12 meses antecedentes), segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC. Mantida a base de comparação, as falências decretadas subiram 15,0%, enquanto para os pedidos de recuperação judicial houve diminuição de 6,0%. As recuperações judiciais deferidas registraram queda de 2,9%.

Na comparação mensal os pedidos de falência avançaram 22,9% em relação a julho, assim como os pedidos de recuperação judicial (57,6%), falências decretadas (22,3%) e recuperações judiciais deferidas (42,7%).

Divulgação
Divulgação

De acordo com os resultados acumulados em 12 meses, os pedidos de falência continuam caindo. O movimento de queda está atrelado a melhora nas condições econômicas desde o ano passado, que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência. Entretanto, a continuidade desse processo dependerá de uma retomada mais acelerada da atividade econômica.

Metodologia

O indicador de falências e recuperações judiciais é construído com base na apuração dos dados mensais registrados na base de dados da Boa Vista SCPC, oriundos dos fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos estados.

Nova diretoria do CVG/RS tomará posse em outubro 780

Andreia Araujo assumirá como presidente da entidade

A nova diretoria do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG/RS) para a gestão 2018/2020 tomará posse no dia 03 de outubro. A nova liderança conta com a diretora de negócios a Previsul Seguradora, Andreia Araujo, como presidente da entidade.

Em decorrência do compromisso, não haverá o café/palestra do CVG/RS programada para o dia 25 de setembro. A posse da nova diretoria acontecerá a partir das 19h na sede do Sindicato das Seguradoras do RS, na Rua Otávio Rocha, 115 – Sétimo andar.

Posse da nova diretoria do CVG/RS
Posse da nova diretoria do CVG/RS

Grupo Segurador compensa emissão de CO2 de veículos segurados 627

Carro

Dia Mundial Sem Carro é celebrado neste sábado

Para compensar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) dos veículos segurados de sua carteira, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre promoverá, no Dia Mundial Sem Carro, celebrado em 22 de setembro, compra de créditos de carbono com investimento em projeto de compensação florestal.

Serão compensadas 6.582 tCOe (toneladas de carbono equivalente), com base em metodologia de empresa especializada na área, contratada pelo Grupo Segurador.

Os créditos de carbono adquiridos, por sua vez, serão investidos no projeto de recuperação florestal Ecomapuá, da Amazônia paraense.

Trata-se de uma área que se estende por 90.000 hectares do bioma amazônico na Ilha de Marajó, na jusante do Rio Amazonas, região de conservação considerada de prioridade “extremamente alta” pelo Ministério do Meio Ambiente. Nessa área residem mais de 100 famílias, que dependem dos recursos naturais da floresta para sobreviver.

“A compensação das emissões veiculares é uma ação que mostra ser possível ter atitudes que tragam benefícios para as pessoas e para o meio ambiente, além de trazer uma reflexão sobre a mobilidade nos centros urbanos”, explica Leonardo Mattedi, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

O compromisso do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre com a sustentabilidade não se resume a este projeto. Desde 2013, o Grupo Segurador relata suas emissões de gases de efeito estufa, por meio de inventário anual de emissões, utilizando a metodologia GHG Protocol. Para o cálculo, são considerados dados como consumo de diesel da sua sede, no edifício WTorre Morumbi, em São Paulo, de combustível de sua frota de veículos e consumo de energia elétrica, além dos dados de viagens a negócios, a destinação dos resíduos não recicláveis para aterros e outros.

“O registro público dos inventários tem o objetivo de criar um banco de dados que permite o estabelecimento de benchmarks setoriais, além de contribuir para a transparência do negócio perante a sociedade. Esse trabalho está alinhado com a COP 21/Paris Pledge for Action (ou Manifesto de Paris pela Ação), compromisso assinado pelo Grupo que visa à redução das emissões de carbono para contribuir com o crescimento e o desenvolvimento sustentável do planeta”, explica Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

Qualicorp firma acordo para otimizar atendimento de clientes 795

Qualicorp

Iniciativa visa garantir ainda mais agilidade e resolutividade na resposta aos consumidores

A Qualicorp, líder brasileira na comercialização e administração de planos de saúde coletivos, e o Procon de Santos assinaram na última sexta-feira (14) um Termo de Cooperação para otimizar o atendimento aos clientes da companhia no município santista.

O acordo entre o órgão e uma empresa do setor de saúde é inédito e irá disponibilizar canais exclusivos de comunicação entre o Procon e a Qualicorp, por meio de telefone e e-mail. Além disso, o prazo de resposta aos clientes da companhia também será reduzido para, no máximo, 5 dias.

Segundo Juliana Pereira, Diretora Executiva de Clientes da Qualicorp, “o acordo firmado é mais um passo para que possamos nos aproximar do Procon de Santos e prestar aos nossos clientes um atendimento ainda mais ágil e resolutivo. Além de envolver menos agentes durante as tratativas, essa iniciativa também ajuda a evitar a judicialização”. Ainda de acordo com Juliana, “esse é o primeiro termo assinado pela Qualicorp com um Procon, e já estamos trabalhando para firmar novos acordos com Procons de outros municípios”.

Para Rafael Quaresma, Coordenador do Procon de Santos, “o termo assinado traz diversos benefícios aos consumidores, como um canal direto de atendimento e a priorização das demandas, além da redução pela metade do prazo de resposta ao cliente”.

Foco no atendimento ao cliente: o acordo com o Procon de Santos é o quinto assinado junto a um órgão público com o objetivo de otimizar o atendimento ao cliente. Nos últimos dois anos, a Qualicorp também firmou parceria com os Núcleos de Defesa do Consumidor (Nudecon) do Rio de Janeiro, do Maranhão e do Distrito Federal e com a Defensoria Pública da Bahia. “Iniciativas como essa reforçam nosso compromisso com o cliente e também nossa busca por um sistema de saúde inovador, eficiente e centrado nas pessoas”, conclui Juliana.