Como as expedições lunares contribuíram para a ciência moderna? 4998

Lua

49 anos após a primeira viagem do homem à Lua, tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

No dia 20 de julho de 1969, o astronauta Neil Armstrong entrou para história ao se tornar o primeiro homem a pisar em solo lunar, dando um “gigantesco salto para a humanidade”.

A alunissagem da missão tripulada Apollo 11 projetou a imagem de que tudo era possível em um mundo que se tornava tecnologicamente avançado. Além disso, a corrida espacial se processava no contexto da Guerra Fria, e a viagem à Lua representava a vitória do capitalismo sobre o comunismo soviético. Porém, do ponto de vista científico, se o dinheiro e os esforços investidos na missão tivessem sido direcionados para sondas automatizadas, teríamos obtido muito mais conhecimento sobre o nosso satélite natural do que o obtido pelas pequenas quantidades de rochas trazidas pelos astronautas. Mas é muito provável que um programa para exploração do espaço exclusivamente por meios não tripulados não conseguisse grande apoio popular, muito menos um financiamento.

Nos três anos seguintes após o inédito feito, mais dez pessoas, em cinco missões diferentes, tiveram a oportunidade de visitar a Lua, até que o interesse do público rapidamente diminuiu e, com isso, o orçamento do governo americano dedicado à NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) também foi reduzido, inviabilizando a continuação do programa de missões espaciais tripuladas e acarretando na priorização de programas de exploração e ocupação orbitais, como os ônibus espaciais e as estações espaciais Skylab e ISS (Estação Espacial Internacional).

Como a Estação Espacial Internacional contribui para a ciência?

A Estação Espacial Internacional (ISS) oferece um ambiente único de microgravidade, permitindo a melhoria da qualidade de experimentos que envolvem cristalização de proteínas, crescimento de células e tecidos, reações químicas ou processos bioquímicos. Um exemplo disso é o experimento MEK (Efeito da Microgravidade na Cinética das Enzimas Lipase e Invertase), realizado pela FEI em 2006 a bordo da ISS.

Além disso, a ISS proporciona condições ideais para experimentos sobre a capacidade de adaptação humana ao espaço. Estes experimentos, que analisam as mudanças fisiológicas em nossos corpos submetidos à microgravidade e a um ambiente com mais radiação espacial do que o encontrado na superfície da Terra, também estuda o ecossistema que seria necessário para uma viagem espacial de longa duração.

Em uma viagem espacial curta, é possível embarcar todos os alimentos necessários, mas em uma missão longa, seria necessário realizar agricultura a bordo da espaçonave e, portanto, é preciso saber como plantas e outros organismos se desenvolvem neste tipo de ambiente e quais medidas devem ser tomadas para garantir as condições de saúde da tripulação.

Tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Há um fluxo constante de tecnologias espaciais na Terra. Por exemplo, as técnicas que permitem a operação de braços robóticos no espaço (os mais conhecidos são os braços robóticos do deck de cargas dos ônibus espaciais) são as mesmas que permitiram que robôs fossem utilizados na realização de cirurgias. Algumas invenções possuem conexão mais evidente com o espaço, como sistemas de localização e de navegação (GPS), mas há também tecnologias mais surpreendentes, usadas para detecção e combate a incêndios ou para tratamento de águas servidas e outros resíduos; estas tecnologias foram testadas na ISS nos últimos dez anos e podem encontrar uso na Terra em breve.

Devemos nos preparar para viver em outro planeta?

A exploração espacial nos ensinou que a Terra é pequena, frágil e muito distante de qualquer outro possível habitat, por isso, estamos muito longe de ter chances reais de iniciar a colonização de outro planeta. Ao contrário das grandes navegações europeias do século XV, em que as naves podiam percorrer oceanos desconhecidos, mas que ainda pertenciam a um ambiente propício à vida, precisaríamos criar todo um ecossistema autossuficiente em outro planeta ou até mesmo dentro da espaçonave, se o local a ser colonizado fosse exterior ao Sistema Solar. Neste caso, apenas a viagem poderia demorar centenas de gerações.

Portanto, em vez de empregar recursos, esforços e talentos para encontrar meios de sair da Terra e destruir algum outro planeta, deveríamos utilizá-los para reduzir o dano que causamos ao nosso lar, garantindo que a vida na Terra seja possível a longo prazo.

*Pelo Prof. Dr. Roberto Baginski, Chefe do Departamento de Física do Centro Universitário FEI.

Fante Seguros inaugura filial em Não-Me-Toque (RS) 1011

Fante Corretora de Seguros

Corretora completa 16 anos de atuação no mercado

A Fante Corretora de Seguros inaugurou na última quinta-feira (09), nova filial no município gaúcho de Não-Me-Toque. Este ano, a empresa completa 16 anos de mercado e disponibiliza um novo espaço completo de serviços com foco na excelência em atendimento.

O endereço da Fante Corretora de Seguros em Não-Me-Toque (RS) é Avenida Alto Jacui, 882 – Centro.

Confira as imagens da inauguração:

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Programa de autorreciclagem reaproveita 15,7 mil toneladas de materiais 1489

Reciclagem Bradesco Seguros

Iniciativa é do Grupo Bradesco Seguros

A Bradesco Auto/RE, que possui hoje cerca de 1,5 milhão de veículos segurados, registrou no primeiro trimestre de 2018 mais de duas mil demandas mensais de veículos com perdas totais e quase cinco mil perdas parciais. O Grupo Segurador conta com a parceria de cinco empresas recicladoras, de abrangência nacional, que tornam possível a reutilização de materiais como aço, vidro, plástico e borracha.

Programa de Reciclagem Grupo Bradesco Seguros / Divulgação
Programa de Reciclagem Grupo Bradesco Seguros / Divulgação

“As seguradoras têm no seu dia a dia um grande número de veículos que precisam ser reparados em oficinas. Esse processo gera uma quantidade significativa de peças que deixam de ter utilidade e precisam ser substituídas. Diante disso, criamos, há cerca de 10 anos, o Auto Reciclagem para garantir a essas peças a destinação ambientalmente correta. Já são quase 16 mil toneladas de materiais reciclados, que sem o programa terminariam em terrenos baldios ou margens de rio. Isso é muito gratificante”, explica Enrico Ventura, diretor gerente da Bradesco Auto/RE.

Startup lança aplicativo de avaliação automática de automóveis 1515

Carro

Em minutos, motorista tem uma avaliação de mercado do veículo e sabe quanto vale na troca por outro modelo no varejo

A startup brasileira AutoAvaliar, plataforma líder no Brasil em comercialização de veículos seminovos entre concessionárias e lojistas, acaba de lançar um aplicativo inédito capaz de avaliar e precificar um automóvel usado.

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Em minutos, o motorista tem uma avaliação de mercado do automóvel e sabe, principalmente, quanto vale o veículo numa eventual troca por outro modelo no varejo.

Batizado de AutoFlash Light, o aplicativo para celulares e tablets se conecta ao computador de bordo do veículo (OBD2) e analisa todas as informações registradas no sistema, como quilometragem e manutenção, por exemplo, além de cruzar os dados com o Denatran, para verificar a procedência do automóvel.

O aplicativo exige que o motorista ou o vendedor da concessionária fotografe o veículo em todas as direções e as imagens são enviadas em tempo real ao sistema de avaliação e cotação da AutoAvaliar.

A precificação do automóvel é feita a partir do cruzamento de informações com uma base de dados que engloba cerca de 720 mil veículos comprados anualmente pelas 2,7 mil concessionárias cadastradas na plataforma AutoAvaliar, além dos mais 10 mil automóveis comercializados mensalmente no pregão online da companhia e quase 200 mil avaliações já lançadas no sistema.

A ferramenta possui um sistema de integração com os portais de comercialização de veículos e permite que a concessionária anuncie este automóvel em tempo real. O usuário pode criar fotos em 360 graus e subir as imagens nos anúncios, além de poder inserir comentários nas próprias fotos, identificando eventuais avarias durante a avaliação.

A novidade foi apresentada no 28º Congresso e Expo Fenabrave, que aconteceu em São Paulo nos dias 7 e 8 de agosto, no Transamérica Expo Center.

Consultoria para entender necessidades do segurado é fundamental 3087

Constatação é de Leonardo Semenovitch, presidente da Travelers no Brasil

O presidente da Travelers no Brasil, Leonardo Semenovitch, destaca o gabarito técnico dos corretores de seguros da Região Sul. “A região conta com um percentual de participação do mercado segurador superior ao crescimento da economia em geral”, revela ao destacar a renda per capta da população da localização.

Semenovitch lembra da parceria que trouxe as operações da companhia ao Brasil, em parceria com a J Malucelli, de Curitiba (PR). “Hoje estamos com nossa base em São Paulo, mas continuamos parceiros e sócios na seguradora de garantia. Trabalhamos bastante em conjunto”, revela.

Para o presidente da seguradora, as companhias estão buscando melhorar o nível de seus serviços. “Informações, dicas, facilidades para emissão de uma segunda via de boleto para pagamento, consulta e abertura de sinistros e cotação. Tudo isso está relacionado à distribuição do seguro e é fundamental que os clientes confiem em seu corretor. A melhor solução é o desenvolvimento de uma consultoria para definir o que é melhor para o cliente”, afirma. Leonardo Semenovitch ainda destaca que a atualização tecnológica é fundamental para um operador do ramo de seguros. “A tecnologia facilita principalmente a distribuição, em ofertar para seu cliente”, finaliza.

Grupo Allianz divulga resultados trimestrais e do semestre 1472

Crescimento

Grupo reporta resultados robustos para o segundo trimestre de 2018 e confirma previsão para o ano

Após uma boa largada no início de 2018, o Grupo Allianz seguiu apresentando bom desempenho no segundo trimestre. Os indicadores se mantiveram próximos ou superaram os níveis do segundo trimestre de 2017, apesar das onerações impostas por instabilidades geopolíticas e flutuações cambiais. O crescimento das receitas internas, com os ajustes por efeitos cambiais e de consolidação, foi de 6,5% com todos os segmentos da empresa registrando forte crescimento. As receitas totais cresceram 2,9%, atingindo € 30,9 (no segundo trimestre de 2017 foram €30,0) bilhões de euros. O Lucro operacional aumentou 2,3% e foi a € 3,0 (€ 2,9) bilhões de euros. No segmento empresarial de Gestão de Ativos, o lucro operacional cresceu devido às receitas maiores, as quais foram impulsionadas pelos maiores volumes de ativos sob gestão (AuM), e às margens ampliadas. Isso mais do que compensou pelo declínio no lucro operacional do nosso ramo de Vida e Saúde. O lucro operacional no segmento Property & Casualty (todos os seguros, exceto Vida e Saúde) ficou estável. O lucro líquido atribuível aos acionistas diminuiu ligeiramente para € 1,9 (€ 2,0) bilhão de euros — o impacto negativo pela venda do nosso tradicional portfólio de seguro de vida em Taiwan foi apenas parcialmente neutralizado pela redução nos impostos sobre rendimentos.

Lucro Básico por Ação (EPS) aumentou 5% passando a € 8,86 (contra € 8,45) euros no primeiro semestre de 2018. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (RoE) anualizado aumentou para 13,8% (contra 11,8% no ano inteiro de 2017). A Allianz manteve sua acentuada capitalização, com um coeficiente de capitalização Solvência II de 230% no final do trimestre, comparado aos 225% registrados no final do primeiro trimestre de 2018.

No primeiro semestre de 2018, o lucro operacional decresceu 1,8%, indo para € 5,8 (€ 5,9) bilhões de euros, levado sobretudo pelo nosso ramo de Vida e Saúde, devido à normalização da margem de investimento e à taxa cambial desfavorável. O lucro operacional no negócio de Gestão de Ativos cresceu, graças às maiores receitas impulsionadas pelas receitas dos ativos sob gestão (AuM). O lucro operacional de Property & Casualty aumentou ligeiramente comparado aos resultados do ano anterior. No geral, o lucro operacional para os primeiros seis meses está ligeiramente acima da média esperada para o ano inteiro. A redução nos impostos sobre rendimentos contrabalançaram o recuo no lucro operacional e no resultado não operacional: o lucro líquido atribuível aos acionistas ficou, portanto, estabilizado em € 3,8 (€ 3,8) bilhões de euros.

Oliver Bäte é CEO da Grupo Allianz
Oliver Bäte é CEO da Grupo Allianz

No dia 2 de julho de 2018, o Grupo Allianz anunciou um novo programa de recompra de ações, com um volume de até € 1,0 bilhão de euros. O programa será encerrado em 30 de setembro de 2018 e todas as ações recompradas serão canceladas.

“Nós continuamos rumo à realização da nossa meta de lucro operacional proposta para 2018. Sou muito grato a todos da equipe Allianz por possibilitarem que isso se realizasse em todos os países e em nossas empresas. Isso me deixa confiante de que iremos atingir as metas trienais do nosso Renewal Agenda”, declarou Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz.

Seguro P&C (Property-Casualty): acentuado crescimento interno e bom desempenho operacional

Os Prêmios brutos subscritos totalizaram € 12,1 (€ 11,7) bilhões de euros no segundo trimestre de 2018. Com os ajustes por correção cambial e efeitos de consolidação, o crescimento interno totalizou 7,3%, com os efeitos de preço e volume contribuindo com 2,2% e 5,1% respectivamente. Os principais motores desse crescimento foram AGCS, Allianz Partners e as operações na Alemanha.

O índice combinado se elevou a 94,1% (antes 93,7%) no segundo trimestre de 2018, refletindo um índice de sinistralidade mais elevado decorrente de grandes perdas e de eventos climáticos maiores também, parcialmente compensados por um coeficiente de despesa aumentado.

O Lucro operacional permaneceu estável em € 1,455 (€ 1,446) bilhão de euros.

“Os bons resultados em Property & Casualty mostram a força subjacente da nossa empresa. Tivemos avanços na nossa iniciativa de produtividade, conforme demonstra o coeficiente de despesa. E continuamos a caminho para cumprir a nossa meta de 94% no índice combinado,” afirmou Giulio Terzariol, diretor Financeiro do Grupo Allianz.

No primeiro semestre de 2018, os prêmios brutos subscritos aumentaram ligeiramente para € 30,0 (comparado a € 29,4 bilhões de euros). Com os ajustes por correção cambial e efeitos de consolidação, o crescimento interno totalizou 5,9 %, impulsionado sobretudo pelos desdobramentos positivos da AGCS, nas operações da Alemanha, e da Allianz Partners. O Lucro operacional aumentou ligeiramente em 0,9%, passando a € 2,729 bilhões de euros, comparado ao mesmo período do ano anterior, devido ao melhor resultado na subscrição. O índice combinado para o primeiro semestre aumentou em 0,2 pontos percentuais e foi a 94,4%.

Seguro Vida e Saúde: novo negócio ainda melhor

PVNBP, o valor atual dos prêmios dos novos negócios (PVNBP) aumentou para € 14,0 (€ 13,6) bilhões de euros no segundo trimestre de 2018, principalmente por conta das vendas maiores de produtos eficientes em termos de capital no ramo alemão de seguro Vida.

A margem de novos negócios (NBM) se fortaleceu um pouco indo para 3,5% (3,4%) devido ao mix de negócios favorável e ao nível da taxa de juros um pouco mais alta. O valor de novos negócios (VNB) se elevou a € 491 (€ 469) milhões de euros no trimestre movido pela continuação da mudança para produtos eficientes em termos de capital.

O Lucro operacional recuou 4,6% ficando em € 1,075 (€ 1,128) bilhão de euros devido à menor margem de investimento na Espanha e no nosso ramo alemão de Vida. O reflexo negativo dos efeitos cambiais, sobretudo dos Estados Unidos devido ao enfraquecimento do dólar, também contribuíram para essa redução.

“Os resultados positivos da nossa mudança em andamento para um mix de produtos mais eficientes em termos de capital atestam a nossa capacidade em nos adaptarmos a um ambiente de taxas de juros altamente desafiadoras. Nossa margem de novos negócios de 3,5% está bem à frente da meta prevista, e o valor dos novos negócios se elevou a € 491 milhões de euros no trimestre, exibindo um bom crescimento trimestral de 5%”, disse Terzariol.

No primeiro semestre de 2018, o PVNBP subiu para € 29,0 (€ 28,4) bilhões de euros, em grande medida devido às vendas maiores dos nossos produtos eficientes em termos de capital no nosso negócio alemão de Vida e dos nossos produtos de seguro de unidade variável (unit-linked) sem garantias em Taiwan. O lucro operacional teve redução para € 2.144 (€ 2.282) bilhões de euros em decorrência das condições de mercado menos favoráveis e dos efeitos cambiais francamente adversos da transposição cambial nos EUA.

O NBM subiu para 3,4% (3,3%) por cento, elevando o VNB a € 980 (€ 922) milhões de euros.

Gestão de Ativos: crescimento continuado em faturamento e no lucro operacional – Total dos recursos sob gestão atinge o maior nível já registrado

Recursos de terceiros sob gestão (AuM) cresceram em € 35 bilhões de euros (2,5%) alcançando € 1,464 trilhão de euros, comparado ao final do primeiro trimestre de 2018. Esse aumento se deveu a efeitos positivos da transposição cambial. As saídas líquidas de recursos de terceiros totalizaram € 9,2 bilhões de euros. O total de AuM registrou um recorde de € 1,993 trilhão de euros.

A relação custo-rendimento (CIR) melhorou 0,9 ponto percentual e foi para 61,6 % no segundo trimestre de 2018, visto que o aumento nos rendimentos superou o aumento nas despesas.

O Lucro operacional aumentou 11,6% e bateu em €652 (€584) milhões de euros no segundo trimestre de 2018. Isso se deveu a um aumento no rendimento operacional, decorrente tanto da média mais elevada de AuM como de uma margem ampliada. Após o ajuste pelos efeitos da transposição cambial, o lucro operacional teve alta de 18,8 %.

“A combinação de maior volume de ativos sob gestão, margens mais altas e um coeficiente de custo-rendimento mais baixo leva a um crescimento de dois dígitos no lucro. Ao passo que tivemos saídas líquidas no trimestre, registramos entradas líquidas para os meses de junho e julho. Estamos muito satisfeitos com a performance da nossa Gestão de Ativos”, disse Giulio Terzariol.

No primeiro semestre de 2018, as receitas operacionais cresceram 4,6% alcançando € 3,3 bilhões de euros, principalmente devido a uma média maior de AuM de terceiros na PIMCO e a um crescimento nas margens impulsionado por AuM, tanto na PIMCO como na AllianzGI. Como as despesas operacionais subiram apenas 2,7%, o CIR recuou 1,2 ponto percentual e caiu para 61,7%. O lucro operacional subiu 7,9 % e bateu na casa dos € 1,247 (€ 1,156) trilhão de euros. Adicionalmente, os efeitos cambiais favoráveis e as entradas de terceiros superaram os efeitos de mercado negativos, resultando em AuM de terceiros da ordem de € 1,464 trilhão de euros – um aumento de € 17 bilhões de euros comparado ao final do ano de 2017.

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