Como aumentar a produtividade? 7351

Planejamento

Deixar de investir em tecnologia pode sair caro

Sua empresa está defasada? Se sim, cuidado, pois você pode perder sua equipe! Uma pesquisa da Unisys me chamou a atenção: a falta de tecnologia é um empecilho para a produtividade das corporações. Saber como aumentar o rendimento é, provavelmente, um dos maiores desafios do meu dia a dia e de outros gestores. Logo, utilizar as inovações com esse objetivo pode ser uma boa estratégia.

Muitos colaboradores estão insatisfeitos com o cenário da atualização informacional em seus locais de trabalho. Segundo o levantamento, funcionários de estabelecimentos desatualizados têm probabilidade 500% maior de se sentirem frustrados e são 600% mais propensos a pensar em desistir do emprego. Um alerta para qualquer líder! Quem pensa se tratar de dados externos, se engana. A análise foi feita com 12 mil pessoas de 12 países diferentes, incluindo 1.018 do Brasil.

Os estudiosos dividiram as companhias em dois grupos: as consideradas tecnologicamente atrasadas e as avançadas. Veja o alarmante resultado: metade dos contratados das slow tech se mostrou frustrada com as soluções informacionais da instituição. A lista de principais reclamações é curiosa, pois contém muitos itens básicos. Computadores lentos, softwares desatualizados, falta de notebooks e de suporte necessário da equipe de TI. Já nas organizações high tech, o percentual é de apenas 7%.

Portanto, a saída para a falta de engajamento do time pode ser simples. Antes de apostar em ideias mirabolantes, vale a pena avaliar como estão os sistemas informacionais da corporação. Afinal, é muito melhor e mais barato investir em boas tecnologias ao invés de perder profissionais experientes e familiarizados com a sua corporação.

Os contact centers, por exemplo, podem contar com múltiplas opções de atendimento automático, como o Agente Virtual. Ele pode substituir em parte ou por completo o trabalho burocrático de um atendente, deixando para o mesmo apenas tarefas importantes como negociações mais complexas. A comunicação é feita por meio de gravações, sintetizador e reconhecimento de voz (ASR).

É válido lembrar: funcionários também são clientes! A boa reputação começa de dentro, logo, motivar os trabalhadores é indispensável. Além disso, é garantia de melhores resultados para o seu negócio. Cuide do quadro de pessoal e se destaque em meio aos concorrentes.

*Artigo de Tiago Sanches, gerente comercial da Total IP.

SP: evento discute Blockchain no seguro 1241

Blockchain

Série “Tecnologias disruptivas e seus impactos no seguro” é promovida pela APTS e ENS

Depois de debater as Insurtechs, em maio, e a Internet das Coisas (IoT), em junho, agora a Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) e a Escola Nacional de Seguros (ENS) trarão ao debate “Blockchain no Seguro”, dia 29 de agosto, das 9h às 12h, em São Paulo. O evento é o terceiro da série “Tecnologias disruptivas e seus impactos no seguro” e contará com a participação de quatro especialistas. A entrada e as inscrições devem ser feitas no site da ENS.

Sobre blockchain

Ao fazer uma transação, usuários adicionam um bloco (“block”, em inglês) a uma série de outros blocos sequenciais ligados (“chained”) um ao outro por uma função criptográfica do tipo hash (função matemática que gera um código para a mensagem com letras e números). Significa que cada bloco tem valores de dados únicos, imutáveis e irreversíveis, garantindo segurança.

Cada transação feita é acompanhada por uma assinatura digital e nunca pode ser alterada ou excluída. Os envolvidos validam as informações em tempo real e caso alguém tente adulterar, alterar ou apagar um registro, todos saberão. No entanto, o potencial do blockchain vai muito além. Os contratos inteligentes, por exemplo, prometem revolucionar a gestão de negócios em seguros.

Especialistas afirmam que o blockchain causará o mesmo impacto que o surgimento da internet ocasionou no passado. Por ser pautada basicamente em informações, compartilhamento e contratos, a tecnologia de blockchain está provocando enorme disrupção em várias indústrias, inclusive no mercado de seguros.

Um recente relatório do Fórum Econômico Mundial prevê que, em 2025, 10% do PIB será armazenado em tecnologias relacionadas com blockchain. A tendência é que todas as áreas em que há necessidade de certificação sejam beneficiadas por essa tecnologia (apólices de seguro, ingressos, diplomas, cédulas monetárias em papel, certificados de autenticidade de obras de arte e patentes etc.).

A Revista JRS já abordou o tema, conheça um pouco mais

Serviço:

“Blockchain no Seguro”.
Evento da série “Tecnologias disruptivas e seus impactos no seguro”.
29 de agosto, das 9h às 12h.
Local: Auditório da Escola Nacional de Seguros – Rua Augusta, 1.600, Consolação, S. Paulo (SP).
Realização: APTS e ENS.

Programação:

9h – Credenciamento.

9h15 – Abertura: APTS e ENS.

9h30 – Painel 1 – Panorama do Blockchain e a sua aplicação no seguro.
Conceitos e valor; cenário internacional e brasileiro; aplicação da tecnologia blockchain em diversos setores, inclusive no seguro; regulamentação.

• Rodrigo Ventura, fundador & CEO da 88Insurtech e Conselheiro, Mentor & Investidor Anjo no Insper.

• Wellington Lordelo, líder da área de Marketing de Soluções e Desenvolvimento de Negócios na Equinix no Brasil.

• 10h10 – Debates.

• 10h30 – Café.

10h50 – Painel 2 – Blockchain no seguro: resultados e tendências.
Aplicação; importância; resultados, inovações e tendências.

• Alexandre Bazzi, Direct One.

• Eduardo Guedes, vice-presidente de Tecnologia e Operações na Seguros Sura.

• 11h30 – Debates.

• 11h50 – Encerramento.

Tracktus oferece possibilidade de negócios aos corretores de seguros 2807

Tracktus no JRS

Empresa especialista em rastreamento veicular combina criatividade e tecnologia

Com uma equipe de especialistas que consistentemente entrega resultados incríveis, combinando ideias criativas com tecnologia e uma vasta experiência, a Tracktus assinou uma parceria com o Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul. A iniciativa gera um formato exclusivo com ganhos aos profissionais da corretagem.

Situada em Esteio (RS), a empresa é especialista em serviços de rastreamento veicular. “Não nos basta ser a mais respeitada empresa de soluções em telemetria, nós queremos revolucionar o dia-a-dia das pessoas através da informação”, afirma João de Abreu, Diretor Comercial da Tracktus. “Ajudamos nossos clientes a atingirem seus resultados com eficiência e produtividade através de nossas soluções e serviços”, completa.

A modalidade é complementar ao seguro e visa auxiliar na retenção ou prospecção de clientes para a carteira do corretor de seguros. “Entendemos que, por tratar-se de uma modalidade complementar ao seguro, existe grande sinergia entre os dois negócios”, explica. “Trabalhamos com empresas das mais diversas áreas, provisionando dados e estatísticas sobre seus negócios, rastreando e controlando seus recursos. Temos a responsabilidade e as garantias que nossos clientes precisam para que seus negócios continuem crescendo e dando resultados”, finaliza.

“Passei por uma situação de assalto a mão armada e infelizmente nosso carro foi roubado. A Tacktus foi acionada e o veículo foi bloqueado. Em menos de 30 minutos a polícia já estava com o carro e logo em seguida o assaltante havia sido preso. Só posso agradecer ao profissionalismo da empresa, que recuperou meu patrimônio e manteve contato direto por telefone, dando suporte a minha família até a recuperação do automóvel”, complementa o cliente Luis Lemos Jr.

Ser solidário faz bem para você e para sua carreira 5481

Karina Bertolla é supervisora de comunicação e responsabilidade social da Allianz Partners

Participar de ações voluntárias contribui para o convívio em comunidade

Qual foi sua última ação solidária? Talvez, com a correria do dia a dia, não nos damos conta de que pequenas atitudes solidárias podem fazer diferença dentro de um grupo. E no ambiente corporativo não é diferente. Participar de ações voluntárias na empresa contribui para o convívio em comunidade. Quando você está inserido em outro grupo – que não é do seu setor ou que não são seus colegas de trabalho diário – você é automaticamente forçado a desenvolver competências que muitas vezes não são exigidas na sua rotina.

Quando a empresa permite que o colaborador tenha oportunidade de exercer o voluntariado com os recursos oferecidos pela organização, ela permite que um processo de conscientização seja iniciado. Ser solidário ajuda a entender os desafios sociais, e ocasiões para tanto não faltam: sempre há muito a fazer. Aqui, na Allianz Partners Brasil, diversificamos as ações. Anualmente, participamos da corrida do GRAAC e apoiamos um trabalho pedagógico desenvolvido em uma instituição local que acolhe crianças carentes. Além disso, promovemos campanhas internas de arrecadação, como do agasalho e de brinquedos. Ações pontuais em uma casa de repouso e evento no Dia das Crianças em uma entidade, ambas próximas a empresa, também compõem a agenda de atividades solidárias. No último ano, reunimos, em um jogo de futebol beneficente, mais de 200 pessoas, entre colaboradores, familiares e amigos. O objetivo principal foi arrecadar materiais escolares para o projeto Juventude Esperança do Amanhã (JEDA), de Santo André.

Todos os trabalhos voluntários são organizados com ajuda de um líder. Como a função de liderança pode não ser algo que ele exerça no cargo atual, surge a oportunidade de praticar uma nova capacidade. Por exemplo, quando há campanhas de arrecadação, os voluntários devem visitar as áreas e convidar os colegas para participar, explicar a proposta para os gerentes das áreas, organizar as arrecadações e organizar a agenda com as instituições. Como porta-voz da campanha, o líder desenvolve a habilidade de falar com o público, por exemplo, entre tantas outras. E com a oportunidade de integração, o networking acontece naturalmente. É importante promover atividades onde as habilidades necessárias sejam as mesmas exigidas pela empresa em seu processo de avaliação de performance e desempenho. Isso estimula ainda mais o voluntário – enquanto ajuda pessoas, está tendo a chance de aprimorar a carreira também.

Quando o trabalho voluntariado é colocado em prática, a sensação de gratidão e felicidade é muito forte e impacta no bem-estar, além de intensificar o sentimento de orgulho de pertencer àquela organização. Tem pessoas que se emocionam, outras melhoram na mesma hora seu humor, e há ainda aquelas que repensam sobre questões da sua vida pessoal.

Então, com certeza, ser solidário faz bem para você e para sua empresa.

Lembre-se: o prazer de quem exercita uma atitude solidária é sempre maior do que a gratidão de quem recebe. É saber que você faz parte da construção de algo maior… é o seu legado! Isso não tem salário que pague.

*Por Karina Bertolla, supervisora de comunicação e responsabilidade social da Allianz Partners.

Tecnologia não substitui a presença do Corretor de Seguros 9041

Afirmação é do Diretor-Geral da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros

A Bradesco Seguros sempre está em busca de processos ágeis e seguros, visando melhor prestação de serviços aos clientes, além de melhor posicionamento ao corretor profissional de seguros. Quem explicou tudo ao programa Seguro Sem Mistério foi Marco Antonio Gonçalves, Diretor-Geral da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros.

“A tecnologia não substitui, em nenhum lugar do mundo, a presença do agente corretor de seguros. Recentemente estivemos na reunião anual do Million Dollar Round Table (MDRT), nos Estados Unidos. Mais de 15 mil operadores que evidenciam a tecnologia como propulsora de suporte ao profissional”, conta Gonçalves.

O executivo revela que a companhia prepara um grande projeto para oferecer serviços mais céleres, assertivos e muito mais seguros. “A figura do corretor, principalmente em seguros mais complexos, é importantíssima para o desenvolvimento do mercado nas próximas décadas”, reforça.

Os seguros prestamista e o educacional são destacados por Marco Antonio Gonçalves. O Diretor-Geral da Organização de Vendas da Bradesco Seguros acredita que são proteções fundamentais e que cresceram muito, particularmente nos últimos dois anos. “A sociedade está se conscientizando mais. O corretor de seguros é um consultor de risco, de vida e isso fica agregado aos serviços financeiros. Principalmente no que visa dar segurança, proteção e longevidade a pessoas, empresas e negócios em geral”, finaliza.

Joaquim Mendanha aposta na inovação e nas relações pessoais 4039

Superintendente da Susep concedeu entrevista ao programa Seguro Sem Mistério

O mercado brasileiro de seguros cresceu 9% no último ano. Os dados foram apurados em maio pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e evidenciam a seriedade com a qual o setor é conduzido. O dado foi apresentado pelo superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, ao programa Seguro Sem Mistério na TV.

“Nesses últimos dois anos pautamos nossa gestão em desburocratização, ou seja, tornar o setor mais livre de suas amarras para um custo menor de distribuição. Temos a  questão de solvência e o fomento, que é apontar ao setor soluções dentro das comissões técnicas que visam o crescimento do setor”, diz Mendanha.

Presente no Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros, em Florianópolis (SC), Mendanha ressaltou a importância da força de trabalho da categoria. “O corretor é fundamental, representa mais de 80% do canal de distribuição. Fizemos o recadastramento das pessoas físicas e preparamos o recadastramento das jurídicas”, explica.

“Eu ouvi uma frase há quase 30 anos que afirmava que o corretor de seguros não ia durar mais dois anos, passou o tempo e estamos aí com um segmento muito solido. Estamos diante de diversas inovações no mundo, o corretor terá que adaptar-se e aproveitar essa inovação como benefício para sua atividade em benefício do consumidor. No futuro as relações com as pessoas ainda serão importantes”, explica. “Uma de nossas comissões trata sobre as insurtechs e trata justamente sobre o segmento de inovação”, finaliza.