Ser solidário faz bem para você e para sua carreira 5481

Karina Bertolla é supervisora de comunicação e responsabilidade social da Allianz Partners

Participar de ações voluntárias contribui para o convívio em comunidade

Qual foi sua última ação solidária? Talvez, com a correria do dia a dia, não nos damos conta de que pequenas atitudes solidárias podem fazer diferença dentro de um grupo. E no ambiente corporativo não é diferente. Participar de ações voluntárias na empresa contribui para o convívio em comunidade. Quando você está inserido em outro grupo – que não é do seu setor ou que não são seus colegas de trabalho diário – você é automaticamente forçado a desenvolver competências que muitas vezes não são exigidas na sua rotina.

Quando a empresa permite que o colaborador tenha oportunidade de exercer o voluntariado com os recursos oferecidos pela organização, ela permite que um processo de conscientização seja iniciado. Ser solidário ajuda a entender os desafios sociais, e ocasiões para tanto não faltam: sempre há muito a fazer. Aqui, na Allianz Partners Brasil, diversificamos as ações. Anualmente, participamos da corrida do GRAAC e apoiamos um trabalho pedagógico desenvolvido em uma instituição local que acolhe crianças carentes. Além disso, promovemos campanhas internas de arrecadação, como do agasalho e de brinquedos. Ações pontuais em uma casa de repouso e evento no Dia das Crianças em uma entidade, ambas próximas a empresa, também compõem a agenda de atividades solidárias. No último ano, reunimos, em um jogo de futebol beneficente, mais de 200 pessoas, entre colaboradores, familiares e amigos. O objetivo principal foi arrecadar materiais escolares para o projeto Juventude Esperança do Amanhã (JEDA), de Santo André.

Todos os trabalhos voluntários são organizados com ajuda de um líder. Como a função de liderança pode não ser algo que ele exerça no cargo atual, surge a oportunidade de praticar uma nova capacidade. Por exemplo, quando há campanhas de arrecadação, os voluntários devem visitar as áreas e convidar os colegas para participar, explicar a proposta para os gerentes das áreas, organizar as arrecadações e organizar a agenda com as instituições. Como porta-voz da campanha, o líder desenvolve a habilidade de falar com o público, por exemplo, entre tantas outras. E com a oportunidade de integração, o networking acontece naturalmente. É importante promover atividades onde as habilidades necessárias sejam as mesmas exigidas pela empresa em seu processo de avaliação de performance e desempenho. Isso estimula ainda mais o voluntário – enquanto ajuda pessoas, está tendo a chance de aprimorar a carreira também.

Quando o trabalho voluntariado é colocado em prática, a sensação de gratidão e felicidade é muito forte e impacta no bem-estar, além de intensificar o sentimento de orgulho de pertencer àquela organização. Tem pessoas que se emocionam, outras melhoram na mesma hora seu humor, e há ainda aquelas que repensam sobre questões da sua vida pessoal.

Então, com certeza, ser solidário faz bem para você e para sua empresa.

Lembre-se: o prazer de quem exercita uma atitude solidária é sempre maior do que a gratidão de quem recebe. É saber que você faz parte da construção de algo maior… é o seu legado! Isso não tem salário que pague.

*Por Karina Bertolla, supervisora de comunicação e responsabilidade social da Allianz Partners.

“Alerta Anticolisão” no celular avisa motorista sobre risco de acidente frontal 1459

Alerta

Sistema foi criado em prol de um trânsito mais seguro pela Ogilvy Brasil, em parceria com a Allianz Seguros e o Movimento Maio Amarelo

De acordo com o Observatório Nacional de Segurança Viária, o celular já é a segunda maior causa de acidentes no Brasil e dois segundos de distração são suficientes para um sinistro. Diante de dados como esses, surgiu o “Alerta Anticolisão”, que, inclusive, segue as diretrizes do Movimento Maio Amarelo, o qual tem como proposta chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

Entenda como funciona o “Alerta Anticolisão”:

Com o sistema, o celular deixa de ser um acessório, fonte de distração e sinônimo de risco, e passa a ser um assistente de direção frontal, ajudando a prevenir acidentes, já que, também segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária, a colisão frontal, comum em vias de pista única, produz o maior número de fatalidades, uma vez que no momento do impacto somam-se as velocidades dos dois veículos. Para ter acesso ao serviço, basta que o motorista, com o carro parado, acesse este site.

Após abrir o link do “Alerta Anticolisão”, desenvolvido pela Ogilvy Brasil e pela D2G tecnologia, em parceria com a Allianz Seguros e o Movimento Maio Amarelo, o motorista deve posicionar o celular na posição vertical, no centro do painel, e enquadrá-lo corretamente, de frente para o para-brisas. Assim, o aparelho começa a rastrear os objetos a seguir. Por meio de ferramenta de inteligência artificial, especialmente preparada para essa ação, imagens são processadas no próprio celular do usuário. Sempre que a distância do carro da frente ultrapassar os limites de segurança, o motorista ainda ouve um alerta sonoro. O sistema é gratuito e não consome os dados do plano após entrar na aplicação.

Para engajar os motoristas ao trânsito mais seguro, a Ogilvy também criou uma campanha para as mídias sociais, com a hashtag #alertaanticolisãoAllianz.

Seguradoras participam em peso do Brasesul 3097

Encor

Congresso acontece nesta quinta e sexta, em Florianópolis (SC)

Começa nesta quinta-feira o Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros. Além da cobertura completa nos veículos de JRS, as companhias seguradoras dão atenção total aos momentos de relacionamento e aprendizado proporcionado pelo Sindicato dos Corretores de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de contar com apoio direto da Escola Nacional de Seguros. O evento é realizado em Florianópolis (SC) e deve contar com mais de 2 mil participantes.

Saiba tudo sobre o Brasesul e confira a programação completa

O presidente do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities, Luis Gutiérrez, marca presença no painel “O que esperamos para o futuro – caminhos, alternativas e soluções”. Além de analisar e projetar o futuro do mercado segurador, o executivo também abordará o desempenho da companhia na região sul.

O mediador desta e de outras palestras será Robert Bittar, presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor).

“A região Sul tem grande potencial e traz ao Grupo muitas oportunidades. Temos atualmente 21 sucursais atuando na região para atendimento exclusivo aos parceiros e 70 unidades comerciais nos estados que compõe o sul. Essa estrutura nos permite oferecer um atendimento ágil e assertivo para as demandas locais. A oportunidade desse encontro é importante para evoluirmos com mais ações nestes estados”, afirma Gutiérrez.

Rogério Spezia é Diretor Comercial Varejo Sul
Rogério Spezia é Diretor Comercial Varejo Sul da Tokio Marine

A Tokio Marine também é uma das patrocinadoras do evento. Para o Diretor Comercial Varejo Sul, Rogério Spezia, a participação marca um momento especial da seguradora no Sul do País. “Nestes primeiros seis meses, registramos um crescimento de 7,7% em prêmios emitidos em comparação ao mesmo período do ano passado. Além disso, atingimos um lucro recorde superior à R$ 40 milhões na Diretoria. Isso só foi possível graças ao forte relacionamento que mantemos com nossos 3,5 mil Corretores na Região Sul e será uma grande alegria dividir essas conquistas no Brasesul”, celebra o executivo. No período, os destaques foram a comercialização dos produtos Vida Individual, cujas metas foram superadas em 40%, e a carteira de Transportes, com resultados 27,2% acima do previsto.

A participação da Tokio Marine no Brasesul 2018 também marcará o anúncio do maior projeto da seguradora para o ano, a internalização da Assistência 24 horas. Na Região Sul, a implementação da Tokio Marine Serviços começa em agosto pela carteira de Automóvel, com a oferta de serviços como guincho, auxílio em pane seca, troca de pneus e carga de bateria, entre outros. Iniciado em abril em outras localidades do Brasil, o projeto TMS foi dividido em fases, por regiões e carteiras, e deve ser concluído ainda no segundo semestre de 2018.

O presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, participará do painel “O que esperamos do futuro – Caminhos, alternativas e soluções”, no dia 20 de julho, às 9h30min, juntamente com lideranças do setor. Além de Ferrara, marcam presença o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, o Diretor Comercial Regional I, João Luiz de Lima e o Superintendente Comercial Nacional Vida, Marcos Kobayashi, além das equipes comerciais das Sucursais e Escritórios instalados na região. “Vamos agradecer aos Corretores do Sul pela parceria e firmar o compromisso de continuar trabalhando fortemente para garantir a melhoria da qualidade na entrega de produtos e serviços. O objetivo da Tokio Marie é sempre crescer de forma sustentável junto com seus Parceiros de Negócios”, conclui Spezia.

Veja também: Congresso Sul Brasileiro reserva espaço para debates

A Porto Seguro irá disponibilizar um estande no evento, onde o público poderá conhecer detalhes de seus produtos. O presidente da companhia, Roberto Santos, irá participar de um painel com dirigentes de seguradoras e Corretores de seguros no dia 20, às 9h30min.

A empresa também é patrocinadora da palestra internacional de Joe Jordan no Brasesul, especialista em finanças comportamentais e autor do livro “Vivendo uma Vida de Importância”. A apresentação irá acontecer no dia 20, às 14h.

Com uma estratégia de crescimento para 2018 mais próxima e alinhada às necessidades dos corretores do Sul do Brasil, a Capemisa Seguradora contratou quatro executivos de contas para atuar no Paraná, em Cascavel e Londrina, além de Santa Catarina, nas cidades de Chapecó e Blumenau. A seguradora ainda conta com os escritórios que já funcionam em Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba. A ideia é reforçar o time comercial com o objetivo de fortalecer o relacionamento e estar mais próximo aos corretores dessa região.

“Mercados de extrema relevância”, segundo o Diretor Comercial Fabio Lessa. Os estados do Sul têm movimentado bastante os segmentos de Vida e Previdência, duas das linhas de negócio da Capemisa. Somente no mês de junho deste ano, a empresa registrou faturamento de quase R$ 3,3 milhões apenas nessa região.

Fotos: Veja como foi o primeiro dia do Brasesul, em Florianópolis (SC)

“Trabalhamos mais de 30 produtos na região Sul e muitos deles são customizados, seguindo tendências de mercado e atendendo às demandas dos clientes. Percebemos que é um mercado em expansão e por isso estamos concentrando esforços e dedicando atenção especial àqueles estados”, afirma Lessa.

A Previsul Seguradora também está participando. Estão presentes no estande da companhia o presidente Renato Pedroso, a diretora de Negócios e Marketing, Andreia Araújo, os gerentes regionais, gerentes de sucursal da regional sul e equipe comercial de Santa Catarina.

Na avaliação de Pedroso, o tema do evento está em sintonia com o momento da Previsul, que tem buscado, por meio da tecnologia, soluções que facilitem o dia a dia do corretor de seguros. “Somos uma seguradora orientada para o futuro. Por isso, estamos sempre atentos às tendências e necessidades do mercado, evoluindo em tecnologia para oferecer ferramentas digitais que tragam mais agilidade e autonomia ao corretor”, afirma. Entre as ferramentas citadas por Pedroso, destaca-se o Cota+, cotador online que realiza o processo de cotações de forma rápida e prática. “Também temos o Portal do Corretor, canal digital para que o corretor possa ter acesso a documentos, movimentações de vida, e muito mais.”, completa.

Divulgação
A equipe da Previsul Seguradora no Brasesul / Divulgação

Para Andreia, a participação em eventos como este é importantíssima para estreitar relacionamento. “O corretor é o nosso parceiro na comercialização de seguros. Onde ele estiver, nós estaremos presentes para apresentar novidades que agreguem no dia a dia dele. E a nossa equipe comercial tem papel fundamental nesse contexto, pois prezamos por um atendimento atencioso e eficaz aos nossos parceiros”, reforça.

A diretora de Negócios e Marketing também destaca a importância da região sul no mercado segurador. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. A Região Sul do Brasil representa uma fatia de mercado muito importante e significativa para nós”, diz.]

A SulAmérica marca presença com a presença do vice-presidente Comercial da companhia, André Lauzana. A equipe regional Sul, liderada por Gilson Bochernitsan recepciona os corretores no stand da companhia.

“A região Sul tem grande representatividade para a SulAmérica, e, por isso, temos investido constantemente no relacionamento com nossos parceiros nos três estados, oferecendo a eles todo o suporte necessário para que estejam bem preparados para expandir seus negócios”, afirma o diretor da Regional Sul da SulAmérica, Gilson Bochernitsan.

Assim como em anos anteriores, no primeiro semestre de 2018, filhos de corretores da região participaram da 10ª edição do Corretor Nova Geração, programa que tem como objetivo capacitar filhos de corretores com foco no processo sucessório dos negócios de família. Entre 23 e 28 de julho, a sede da companhia em São Paulo sediará a 11ª edição do evento, que apresentará novas oportunidades de capacitação para jovens de diversas regiões do Brasil.

Além dessas iniciativas, em maio e junho, aconteceu a premiação do PRA Super Campeões, campanha de vendas do Programa de Reconhecimento ao Corretor, que traz aos parceiros de todo o Brasil diversas formas de ganhar pontos e concorrer a centenas de prêmios ao longo do ano. Mais de 40 corretores da região Sul e seus acompanhantes participaram de viagens organizadas pela companhia para a Bahia (Club Med Trancoso) e os Estados Unidos (Hollywood).

A Sompo Seguros marca presença com o presidente da companhia, Francisco Caiuby Vidigal Filho, que também participa do painel “O que esperamos do futuro – Caminhos, alternativas e soluções”. Filho analisa o panorama do mercado e aborda as estratégias da Sompo Seguros para alcançar as metas estabelecidas para o próximo ano frente aos recentes investimentos em novos recursos tecnológicos, desenvolvimento de produtos e capital humano.

Francisco Caiuby Vidigal Filho é presidente da Sompo Seguros no Brasil
Francisco Caiuby Vidigal Filho é presidente da Sompo Seguros no Brasil

“Como somos uma seguradora voltada às pessoas, nossos objetivos contemplam maximizar o resultado operacional, por meio do investimento em capital humano e tecnologia. Dessa forma, buscamos viabilizar ferramentas que contribuam com o trabalho do corretor e propiciem melhor experiência para o segurado”, destaca o executivo.

Além disso, a equipe da Sompo também estará com estande na Feira de Negócios que acontece simultaneamente ao Brasesul. Com isso, os players do segmento vão poder conversar com os executivos da companhia presentes no evento e conhecer as mais recentes novidades da Sompo. “A Sompo já tem um trabalho consolidado na Região Sul e, em diversas regiões dos três estados, detém a liderança em diferentes linhas de produto. Pretendemos seguir com nossas estratégias de crescimento ao levar novas tendências e produtos que estejam alinhadas às necessidades do consumidor e que possam ser boas oportunidades de negócios para os parceiros corretores de seguros”, considera Alberto Müller, Diretor Comercial da Sompo Seguros para a Região Sul.

A Generali Brasil Seguros também participa do Congresso. A companhia marca presença no stand 23. “É muito importante para a Generali Brasil estar presente em eventos como o Brasesul. É uma oportunidade única de estarmos perto dos nossos parceiros, os corretores de seguros, conversando, aprendendo e mostrando diferenciais de qualidade dos nossos produtos”, afirma Rafael Alquati, Diretor Comercial da Generali Brasil.

A Allianz estará presente com estande, que servirá de ponto de encontro entre a equipe comercial das 11 filiais da região Sul e os corretores de seguros, principal canal de vendas da companhia. Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial, ainda recebe os parceiros de negócios em almoço promovido pela seguradora, no dia 20.

Leandro Poli é Diretor Técnico da Essor
Leandro Poli é Diretor Técnico da Essor

Os produtos voltados para o setor agrícola estão entre os mais requisitados pelos profissionais da região. No Brasil, o prêmio emitido anualmente no segmento Seguro Penhor Rural – Equipamentos é de aproximadamente R$ 600 milhões. Somente a região Sul do país é responsável por 40% deste montante, emitindo um valor em torno de R$ 240 milhões ao ano.

Neste segmento, a seguradora francesa Essor, que completou seis anos de atuação no país, vai apresentar um produto que traz mais benefícios e vantagens para o mercado agrícola. Segundo o Diretor Técnico da companhia, Leandro Poli, o objetivo é trazer mais tranquilidade para os produtores rurais desempenharem suas atividades.

“O Seguro Penhor Rural–Equipamentos oferecido pela nossa empresa tem características específicas como prazo alongado de cobertura, que pode ser de até cinco anos, condições especiais para frotas e coberturas de roubo e furto qualificados já inclusas na cobertura básica, além de ser de fácil contratação”, explica o executivo. Para que as melhores opções de cobertura cheguem ao consumidor final, Poli defende que o papel do corretor de seguros é estratégico. Por isso, a Essor oferece, além de material de apoio com todos os aspectos técnicos, a opção de treinamento presencial ou remoto, dependendo da necessidade.

“O seguro de equipamentos é de fácil compreensão. A maioria das dúvidas dos corretores é a avaliação sobre onde enquadrar o produto, se na carteira de Penhor Rural, que é quando o equipamento é financiado por programas de incentivo de crédito rural, ou em Benfeitorias, quando não há financiamento ou se o financiamento é feito de forma diferente. Um bom corretor de seguros conhece detalhadamente o que o mercado tem a oferecer e consegue identificar mais rapidamente as necessidades do consumidor final”, afirma.

Durante o evento, a Essor também vai mostrar o seguro de Responsabilidade Civil Ônibus e o seguro Agrícola, além do Qualidade Estrutural. “O seguro de qualidade estrutural é um produto largamente comercializado em países da Europa, onde o grupo da Essor tem forte presença, e que atende às necessidades de excelência e segurança da construção civil no Brasil, evitando rachaduras, quedas e desabamentos das obras de infra-estrutura e até mesmo residenciais”, finaliza o executivo.

E ainda: Brasesul traz palestras mundialmente reconhecidas para Corretores de Seguros.

A TEx Tecnologia, insurtech líder em softwares para corretoras de seguros, participa e patrocina o Brasesul 2018. Na ocasião, a TEx demonstrará o Teleport, plataforma de Gestão Multicálculo e Gestão Online do mercado, desenhada para atender as necessidades das corretoras de todos os portes, centralizando todos os processos dos seus negócios. E, também, sua moderna e intuitiva ferramenta, Nimble, projetada para cotação e contratação de seguros, que pode ser implantada no site das corretoras para vendas 100% online de seguro automotivo.

“Estamos muito entusiasmados com o evento, pois acreditamos no crescimento do mercado de seguros e estamos, cada vez mais, investindo em novas tecnologias e desenvolvimento de produtos mais eficientes para corretoras de seguros”, diz afirma Omar Ajame, CEO da TEx.

Berkley é a seguradora oficial do Brasesul

A Berkley Brasil é a seguradora do Congresso Sul Brasileiro. De acordo com o superintendente da Regional Sul, Glaucio Costa, por quatro anos consecutivos a Berkley tem sido a seguradora dos eventos do Sincor-PR e neste ano mantém a parceria para este novo formato de congresso, onde os sindicatos dos três estados da região Sul se uniram para realização de um único encontro.

“Atendendo ao pedido dos organizadores, emitimos uma apólice com um amplo leque de coberturas, dando a proteção necessária aos participantes deste importante evento do setor”, ressalta Glaucio Costa. Para o Brasesul, a Berkley disponibiliza coberturas de Responsabilidade Civil, equipamentos diversos e objetos cenográficos constantes no local do evento.

O superintendente cita que o produto da Berkley é o mais completo em coberturas no mercado, com facilidade de contratação na ponta. “O corretor pode cotar e emitir apólices na própria corretora, atendendo a necessidade do segurado que sempre precisa da apólice para iniciar o evento”, explica.

Região Sul concentra o segundo maior contingente de corretores de seguros do Brasil

Fonte: Fenacor
Fonte: Fenacor

Segundo a Fenacor, a Região Sul apresenta o segundo maior contingente de corretores de seguros do Brasil. São ao todo 15 mil profissionais cadastrados. Em primeiro lugar aparece a Região Sudeste, com pouco mais de 59 mil corretores. Na terceira posição, o Nordeste conta com quase 9 mil profissionais da corretagem, ante pouco mais de 6 mil no Centro Oeste e 2 mil na região Norte.

*Com informações das agências parceiras: CDN, RP1, Virta, Edelman Significa, Literal Link, RMA, Danthi, Spin, VTN, Medialink e DPI.

Como as expedições lunares contribuíram para a ciência moderna? 5002

Lua

49 anos após a primeira viagem do homem à Lua, tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

No dia 20 de julho de 1969, o astronauta Neil Armstrong entrou para história ao se tornar o primeiro homem a pisar em solo lunar, dando um “gigantesco salto para a humanidade”.

A alunissagem da missão tripulada Apollo 11 projetou a imagem de que tudo era possível em um mundo que se tornava tecnologicamente avançado. Além disso, a corrida espacial se processava no contexto da Guerra Fria, e a viagem à Lua representava a vitória do capitalismo sobre o comunismo soviético. Porém, do ponto de vista científico, se o dinheiro e os esforços investidos na missão tivessem sido direcionados para sondas automatizadas, teríamos obtido muito mais conhecimento sobre o nosso satélite natural do que o obtido pelas pequenas quantidades de rochas trazidas pelos astronautas. Mas é muito provável que um programa para exploração do espaço exclusivamente por meios não tripulados não conseguisse grande apoio popular, muito menos um financiamento.

Nos três anos seguintes após o inédito feito, mais dez pessoas, em cinco missões diferentes, tiveram a oportunidade de visitar a Lua, até que o interesse do público rapidamente diminuiu e, com isso, o orçamento do governo americano dedicado à NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) também foi reduzido, inviabilizando a continuação do programa de missões espaciais tripuladas e acarretando na priorização de programas de exploração e ocupação orbitais, como os ônibus espaciais e as estações espaciais Skylab e ISS (Estação Espacial Internacional).

Como a Estação Espacial Internacional contribui para a ciência?

A Estação Espacial Internacional (ISS) oferece um ambiente único de microgravidade, permitindo a melhoria da qualidade de experimentos que envolvem cristalização de proteínas, crescimento de células e tecidos, reações químicas ou processos bioquímicos. Um exemplo disso é o experimento MEK (Efeito da Microgravidade na Cinética das Enzimas Lipase e Invertase), realizado pela FEI em 2006 a bordo da ISS.

Além disso, a ISS proporciona condições ideais para experimentos sobre a capacidade de adaptação humana ao espaço. Estes experimentos, que analisam as mudanças fisiológicas em nossos corpos submetidos à microgravidade e a um ambiente com mais radiação espacial do que o encontrado na superfície da Terra, também estuda o ecossistema que seria necessário para uma viagem espacial de longa duração.

Em uma viagem espacial curta, é possível embarcar todos os alimentos necessários, mas em uma missão longa, seria necessário realizar agricultura a bordo da espaçonave e, portanto, é preciso saber como plantas e outros organismos se desenvolvem neste tipo de ambiente e quais medidas devem ser tomadas para garantir as condições de saúde da tripulação.

Tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Há um fluxo constante de tecnologias espaciais na Terra. Por exemplo, as técnicas que permitem a operação de braços robóticos no espaço (os mais conhecidos são os braços robóticos do deck de cargas dos ônibus espaciais) são as mesmas que permitiram que robôs fossem utilizados na realização de cirurgias. Algumas invenções possuem conexão mais evidente com o espaço, como sistemas de localização e de navegação (GPS), mas há também tecnologias mais surpreendentes, usadas para detecção e combate a incêndios ou para tratamento de águas servidas e outros resíduos; estas tecnologias foram testadas na ISS nos últimos dez anos e podem encontrar uso na Terra em breve.

Devemos nos preparar para viver em outro planeta?

A exploração espacial nos ensinou que a Terra é pequena, frágil e muito distante de qualquer outro possível habitat, por isso, estamos muito longe de ter chances reais de iniciar a colonização de outro planeta. Ao contrário das grandes navegações europeias do século XV, em que as naves podiam percorrer oceanos desconhecidos, mas que ainda pertenciam a um ambiente propício à vida, precisaríamos criar todo um ecossistema autossuficiente em outro planeta ou até mesmo dentro da espaçonave, se o local a ser colonizado fosse exterior ao Sistema Solar. Neste caso, apenas a viagem poderia demorar centenas de gerações.

Portanto, em vez de empregar recursos, esforços e talentos para encontrar meios de sair da Terra e destruir algum outro planeta, deveríamos utilizá-los para reduzir o dano que causamos ao nosso lar, garantindo que a vida na Terra seja possível a longo prazo.

*Pelo Prof. Dr. Roberto Baginski, Chefe do Departamento de Física do Centro Universitário FEI.

Ainda não é o fim do corretor de seguros 4118

Corretor de Seguros

Como o principal canal de distribuição de seguros vai sobreviver aos avanços tecnológicos?

Essa é uma pergunta que vem tirando o sono dos corretores de seguros que observam a chegada das insurtechs com desconfiança.

Desde a criação da primeira empresa seguradora no Brasil em 1808, o mercado segurador brasileiro, passou por diversas transformações e a figura do corretor sempre foi fundamental no entendimento das necessidades dos clientes, proporcionando ao segurado as melhores opções do mercado de acordo com o seu perfil, ajudando as seguradoras no combate às fraudes e trazendo informações relevantes para lançamento de novos produtos pelas companhias.

Com a evolução da tecnologia, vieram os grandes desafios do setor como a mudança nos hábitos digitais dos consumidores, Big Data e machine learning, realizando tarefas automáticas como cálculos de prêmio e cotações, avaliação sofisticada da base de dados de referência e perfil dos segurados, dispensando tecnicamente em muitos casos a figura do corretor.

A tecnologia segundo muitos especialistas, também será responsável pela queda substancial do volume de prêmios em alguns segmentos como o seguro tradicional de automóveis que de acordo com o relatório AON de 2017, deve registrar queda em mais de 40% no volume de prêmios entre 2015 e 2050, quando veículos autônomos deverão estar totalmente desenvolvidos nos principais mercados.

Diante desta ruptura na maneira de se relacionar com o consumidor, precificar o risco e distribuir o seguro, o corretor deverá buscar cada vez mais capacitação e se reinventar como consultor especializado, agregando cada vez mais valor ao processo, decifrando como Cloud Computing, Big Data, realidade aumentada, inteligência artificial, aplicativos e internet das coisas, podem ser grandes aliados no seu papel de comercializar seguros com mais eficiência, qualidade no relacionamento e transparência junto ao segurado.

Sobreviverão aqueles que entenderem que a tecnologia não é inimiga e que a revolução digital que já começou a impactar o setor, deverá ser compreendida e adaptada no cotidiano do novo corretor de seguros que continuará a ser peça estratégica na nova engrenagem da indústria de seguros.

*Rodrigo Afonso Ferreira é sócio-diretor da corretora Infinity Finanças e membro MDRT.

Mobilidade e a revolução das insurtechs 9388

Celular

Especialista analisa transformações tecnológicas

Nos últimos 30 anos, o mundo vem passando por uma grande revolução tecnológica. Prova disso é o advento da mobilidade, que através de dispositivos como os smartphones, notebooks e tablets, permite que agora estejamos conectados o tempo todo. Hoje, utilizando essas ferramentas, conseguimos acessar notícias em tempo real, trabalhar e resolver burocracias em poucos clicks.

Porém, alguns anos atrás todas essas facilidades eram bem limitadas. Quem nunca precisou salvar documentos naquele disquete de 3,5 polegadas ou esperou horas para se conectar na internet discada? Em apenas 20 anos evoluímos desse cenário lento e instável para a era da alta velocidade.

Agora, estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem. E esse avanço cada vez maior da tecnologia está mudando a forma como realizamos praticamente tudo: compras, fotos, pesquisas, pagamentos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 revelou que dobrou o número de acessos à internet sem o uso de computadores. Isso porque muitas pessoas que até pouco tempo não tinham acesso às redes, hoje estão conectadas através dos smartphones. Se pensarmos que o Brasil tem atualmente 220 milhões de celulares inteligentes ativos e 209 milhões de habitantes, temos mais de um celular por pessoa. Ou seja, o futuro com certeza será 100% móvel.

E foi refletindo e acompanhando todas essas mudanças que o mercado de seguros vem desenvolvendo novas soluções que buscam atender as necessidades desses novos clientes digitais. As insurtechs, inclusive, chegam justamente para suprir antigas ineficiências do setor com o uso da tecnologia. Aqui na Planetun, por exemplo, criamos produtos que levam mais agilidade e praticidade aos consumidores, melhorando a sua experiência. Como é o caso dos aplicativos web, que trazem uma série de vantagens, e não precisam ser instalados no celular, ocupando espaço da memória. Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats), ou seja, estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança.

Com todos os benefícios e avanço da mobilidade, o mercado segurador, assim como todos os demais setores, também vem se adaptando a essa nova era digital. O uso das novas tecnologias não somente traz vantagens para os usuários finais, como também inova processos antigos, aumentando os ganhos e reduzindo os custos.

Portanto, acredito que esse cenário será o padrão de agora para o futuro. De um lado, o mercado implementando tecnologia em seus processos e, de outro, os consumidores ganhando com a mobilidade, já que resolver um problema que antes era tão burocrático, como contratar um seguro, agora pode ser feito na palma da mão.

*Por Henrique Mazieiro, diretor executivo e sócio fundador da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.