‘Oito pilha é um real’ e a força do roubo de carga no comércio ilegal 586

Metro

Comprar de ambulantes é reforçar a cadeia originada pelo roubo de cargas

Carlos Guimar é sócio-diretor da ICTS Security, consultoria e gerenciamento de operações em segurança, de origem israelense.
Carlos Guimar é sócio-diretor da ICTS Security, consultoria e gerenciamento de operações em segurança, de origem israelense.

A cena do vendedor ambulante que entra no metrô para vender gadgets tecnológicos traz muitas situações à tona. Pode-se dizer da opção de trabalho de uma classe com menos oportunidades ou de pessoas economicamente menos abastadas, herdeiros de uma crise monetária assolada no País há pelo menos 04 anos. Essas são algumas conotações vista num primeiro momento.

Mas indo além dos olhos comum da população, o moço que vende “oito pilha a um real” é um filho passivo do roubo de carga, algumas vezes sem saber que faz parte de um esquema fraudulento. O comércio ilegal de produtos é um dos fatores ligados ao oceano de situações originadas pelo roubo de cargas, um crime que permanece sem controle nas principais regiões brasileiras.

Recentemente foi demonstrado em um conceituado fórum sobre o tema que o Rio de Janeiro, reconhecido pelo seu poder bélico, e São Paulo, onde há um caso de roubo de carga por hora, permanecem na liderança deste grave problema, que já afeta modais de todo o País. Alimentos frigorificados, eletroeletrônicos (olha os vendedores ambulantes aí) e bebidas estão no topo das cargas mais furtadas.

O problema é mais embaixo e traz duas constatações para motivar os índices periclitantes do roubo de carga no Brasil. A primeira está ligada ao ambiente sócio econômico. A população desempregada gera um forte mercado paralelo, que está associado à crise moral e ética pela qual o brasileiro passa. As feiras conhecidas como “robautos”, os tais mercados a céu aberto, onde produtos roubados são expostos e vendidos, crescem dentro e fora das comunidades, expandindo para o comércio ilegal nos trens, metrôs e ônibus.

A segunda constatação é a segurança pública, que é afetada com o total desinvestimento do Estado, com a falta de investigações e a de prisões dos receptadores. Diante de olhos tapados das autoridades, o crime organizado se estrutura cada vez mais e as cargas roubadas viram uma parte importante da receita das facções.

Não perdendo nada para grandes holdings, a logística dos interceptadores é uma aula de escoamento estratégico a parte. Caminhões são abordados em vias na entrada de comunidades e levados para pontos não alcançados pela polícia. É praticamente uma entrega expressa na porta de casa dos marginais, sem o menor esforço logístico. Para se TER ideia, no mercado bélico ilegal, as armas, e também as drogas, precisam de um esforço maior desde a compra, passando pelo transporte, chegando na estocagem até a venda.

Assim como em empresas, sob a máxima do tudo que é muito bem planejado alcança resultados super satisfatórios, no mercado de roubo de cargas não é diferente. Contas feitas por institutos especializados em segurança pública mostraram que os criminosos lucram com o roubo de cargas em um único dia, só no Rio de Janeiro mais de um milhão de reais, na qual esta mesma quantia seria arrecadada em mais de uma semana vendendo drogas.

É preciso tratar com urgência. As empresas e a população são impactadas demais pelo roubo de carga. Existe uma miopia do governo neste entendimento, que deixa de arrecadar milhões por mês devido a este crime. Atualmente, o que se tem como combate efetivo são ações no campo político, de intenções, capitaneado por políticos diversos, por associações, dentre outras entidades que trafegam com cartas e ofícios de solicitações com macro ideias, porém sem prazos definidos. E só! Nada de concreto.

Neste cenário, resta ter a maturidade para entender, decidir, investir e realizar uma gestão de mudanças, demonstrar inteligência e visão. Resta a proatividade da iniciativa privada. Enquanto não vem, as empresas especializadas em segurança têm se tornado uma opção para as companhias que desejam mitigar o roubo de carga e todos os seus desdobramentos corporativos/sociais.

Seja no uso de tecnologias para gerenciar riscos ou em procedimento para analisar possíveis gargalos ligados à falha humana, o esforço das empresas já um grande passo no âmbito social para evitar a proliferação de mais filhos indiretos do roubo de carga.

*Por Carlos Guimar, sócio-diretor da ICTS Security, consultoria e gerenciamento de operações em segurança, de origem israelense.

Cresce a procura por seguro de RC por profissionais da área médica 721

saúde

Seguro reembolsa custos de processos judiciais decorrentes de erro ou omissão no exercício da profissão

Ainda pouco conhecido no Brasil, a procura pelo seguro de responsabilidade civil para profissionais liberais vem crescendo.

No Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, a comercialização da cobertura de Responsabilidade Civil Profissional cresceu 10,76% em apólices vigentes e 17,53% em volume de prêmios no acumulado, na comparação do período que compreende julho de 2017 a junho de 2018 com o anterior (julho de 2016 a junho de 2017).

Esse tipo de seguro garante o reembolso das despesas por condenações judiciais quando o profissional causa danos a terceiros. A cobertura do seguro, no entanto, é restrita a processos por erros ou omissões do profissional no exercício da sua atividade.

“A área de saúde é de uma complexidade muito grande e esses profissionais podem sofrer consequências de ações judiciais. O produto garante o valor da condenação ou o valor do acordo extra judicial até o limite de garantia contratado, incluindo honorários e custas do processo”, explica Patricia Siequierolli, superintendente Executiva Produtos Massificados e Especiais do Grupo.

A apólice cobre o valor de até R$ 600 mil, e estende-se a profissionais médicos, dentistas, veterinários, fonoaudiólogos, farmacêuticos e enfermeiros.

Liberty oferece treinamento inovador para o corretor com imersão no Facebook 904

Facebook

Liberty Academia Digital traz encontro na sede do Facebook, vídeos, vouchers e apoio de consultor para corretores terem sucesso no digital

Atenta à tendência de digitalização e dedicada a ajudar os corretores parceiros a crescerem seus negócios, a Liberty Seguros acaba de lançar um novo formato de treinamento inovador para esse público: a Liberty Academia Digital, que conta com importantes insights do time de atendimento do Facebook no Brasil e tem como principal objetivo habilitar os corretores a promover os produtos de seguro nas mídias sociais e a alcançar potenciais clientes.

A Liberty Academia Digital consiste em um treinamento digital por meio de vídeo-aulas baseada no conceito de gamificação e com foco na experiência de vender seguros. O treinamento atende aos mais diferentes perfis de corretores: aos que tem pouco conhecimento em mídias sociais, aos que possuem algum conhecimento, mas que não sabem como criar conteúdo e aos que já produzem conteúdos, mas que não sabem como otimizar seus resultados.

As aulas serão divididas em três módulos: o Módulo 1, que pode ser acessado por qualquer profissional do Brasil e estará disponível na página do Programa Conexão no Facebook; o Módulo 2 e o Módulo 3, que só poderão ser acessados se o corretor for parceiro da Liberty Seguros, por meio da plataforma de treinamento da seguradora. Caso o profissional inicie o treinamento e ainda não seja parceiro, pode facilmente tornar-se um por meio do site da Liberty Seguros. Ao final do Módulo 3, o Facebook receberá em sua sede, em São Paulo, um grupo de corretores para  uma verdadeira imersão em suas plataformas – Facebook e Instagram.  Além disso, os corretores que concluírem o curso contarão com um consultor digital, que estará à disposição, via Facebook Messenger, para orientar e tirar as principais dúvidas, garantindo que os principais objetivos das campanhas de mídia sejam alcançados.

“Acreditamos muito no valor dos corretores e queremos que nossos parceiros desenvolvam seu negócio, e cresçam com a Liberty. Apoiar o corretor para ingressar no mundo digital e utilizar o online a seu favor é um tema muito importante para nós. Desde 2015, a Liberty investe em treinamentos de mídias sociais para captação e fidelização de clientes. A Academia Digital reúne três anos de feedback dos nossos parceiros, além de incentivos para nossos corretores desenvolverem suas campanhas nas mídias sociais gerando resultados para o seu negócio” comenta Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

A ação foi cocriada junto à CUBOCC, que lidera a comunicação digital da Liberty Seguros.

Aon lança programa exclusivo de prevenção e combate ao câncer 2106

Saúde

Objetivo do movimento é fomentar a conscientização sobre a doença e reduzir seus impactos na vida das pessoas

Atualmente, o termo saúde é definido como bem-estar físico, psíquico e social da pessoa. Indo ao encontro desse conceito, o estudo Tendências Globais de Custos de Saúde 2018, realizado pela Aon, aponta que grande parte das doenças poderia ser evitada com medidas de prevenção e adoção de hábitos saudáveis.

Partindo dessas premissas, a Aon, em parceria com a PreviNEO, lança o OnPrev, Programa de Prevenção Oncológica, como parte do Movimento Aon pela Vida. O objetivo é fomentar a conscientização sobre os cinco tipos de câncer mais comuns no Brasil – pulmão, próstata, mama, útero e cólon. Com ações de prevenção e acompanhamento na adesão ao tratamento da doença, tanto de colaboradores da Aon, como de clientes, a iniciativa visa diminuir a sinistralidade e reduzir os custos com os planos de saúde por conta da patologia.

“Acreditamos muito no potencial transformador do ONPREV, que já apresenta números expressivos antes mesmo do seu lançamento oficial. Estamos implementando o programa para os nossos 1.800 colaboradores e também em mais cinco grandes clientes de diferentes indústrias, totalizando mais de 50 mil vidas assistidas. A ideia é sempre ressaltar a importância da prevenção e promoção da saúde”, destaca Marcelo Munerato, CEO da Aon Brasil.

Segundo o relatório da Aon, Tendências Globais de Custos de Saúde 2018, o câncer foi a patologia que mais gerou despesas para os planos de saúde em 68% dos 98 países participantes. A proporção de custos do estágio mais avançado, em comparação com o inicial, é 10 vezes maior, além de todo o impacto social, psicológico, econômico e humano. Além disso, com base na gestão de cerca 3 milhões de vidas e nas ferramentas internas, a empresa identificou que as 5 condições que mais contribuíram para afastamento nas companhias brasileiras foram obesidade, saúde mental, causas osteomusculares, doenças crônicas e o câncer.

“Prezar pela qualidade de vida das pessoas está no DNA da Aon. O OnPrev vai ao encontro dessa característica, pois ele deixa de cuidar apenas da doença e passa a olhar para as vidas dos indivíduos e de seus familiares. Os principais resultados almejados são a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer que, em seu estágio inicial, tem grandes possibilidades de cura”, afirma Dra. Silvia Cristina Prinholato, gerente Médica da Aon Brasil.

Segundo dados da Agência Internacional Para Pesquisa do Câncer (IARC), a doença ocasiona 225 mil mortes por ano, sendo 87 mil somente na população economicamente ativa. O levantamento mostra ainda que, entre 2018 e 2019, 1,2 milhão de novos casos devem surgir.

De acordo com a mais recente edição da Pesquisa de Benefícios da Aon, a assistência médica é o benefício com maior prevalência nas empresas, já que 99,8% das companhias pesquisadas oferecem seguro saúde aos seus colaboradores. Entretanto, a falta de sustentabilidade fez com que, entre 2016 e 2017, 70% das companhias redesenhassem seu benefício saúde, já que para cerca de 36% das companhias, a assistência médica representa de 5% a 10% da folha de pagamento.

“A incidência do câncer nas vidas gerenciadas pela Aon é de 0,2%. A estimativa é que o OnPrev diminua em 5,6% a utilização do plano de saúde. Considerando os custos indiretos do adoecimento, é possível chegar à economia de R$ 476.000 anuais para uma empresa com 1.000 vidas seguradas”, conclui Prinholato.

O OnPrev possui quatro pilares. O primeiro é composto por um sistema de diagnóstico online, onde todos preenchem um questionário com informações pessoais. De acordo com as respostas, as pessoas serão divididas em grupos e terão uma comunicação focada com cada perfil. Esse seria o segundo momento.

Na terceira fase, são realizadas abordagens personalizadas para cada indivíduo que tiver risco médio ou alto, com a finalidade de descobrir se existe o risco da doença ou algum tipo de manifestação. Por fim, na quarta etapa, o corpo de profissionais médicos da Aon realiza o acompanhamento caso a caso para adesão completa, se necessário, as medidas de prevenção.

Allianz lidera o Índice Dow Jones de Sustentabilidade 2018 2003

Sustentabilidade

Grupo é líder do setor, pela segunda vez consecutiva, com 85 pontos em 100

O Grupo Allianz alcançou a liderança e se estabeleceu como líder do setor entre todas as seguradoras classificadas no Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI). Esta é a segunda vez consecutiva que a empresa alcança a primeira posição. Nos resultados do índice de sustentabilidade mais relevante do mundo, publicado hoje, a Allianz alcançou 85 pontos, bem acima da pontuação média do setor, que foi de 47 pontos.

Desde 2000, a empresa faz parte do DJSI, que avalia os critérios ambientais, sociais e de governança (ESG). Somente as empresas mais sustentáveis das 2.500 pertencentes ao Índice Dow Jones Global de Ações (DJGTSM) estão listadas nessa categoria.

Günther Thallinger é membro do Conselho de Administração da Allianz SE
Günther Thallinger é membro do Conselho de Administração da Allianz SE

“Estamos muito satisfeitos com este resultado. Isso mostra que nosso foco em critérios ecológicos, sociais e de governança está sendo reconhecido por especialistas externos em sustentabilidade”, diz Günther Thallinger, membro do Conselho de Administração da Allianz SE e responsável pelos Investimentos e ESG. “Como uma seguradora, investidora e empregadora responsável, contribuímos para o desenvolvimento social e econômico positivo em todos os mercados em que estamos presentes”. A Allianz cria valor agregado ecológico e social mensurável por meio de produtos sustentáveis, operações comerciais favoráveis ​​ao clima, engajamento social, entre outros.

Entre os resultados importantes do último ano, destacam-se:

• 165 seguros e produtos financeiros com benefícios ecológicos ou sociais

• 5,6 milhões de euros investidos em energias renováveis ​​(desde 31/12/2017)

• Redução de carbono gerado por empregado em 17% (em comparação com 2010)

• Engajamento social com cerca de 80 mil horas de trabalho voluntário de seus funcionários e 20 milhões de euros em doações por uma boa causa.

Ao aderir à Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência (SBTi), a Allianz estabeleceu objetivos de longo prazo para a proteção do clima. No futuro, a meta do Acordo Climático de Paris, de impedir que o aumento médio da temperatura do planeta supere os 2 graus, será integrada ao investimento dos prêmios dos clientes de seguros. Para este fim, todos os investimentos negociáveis ​​devem ser estruturados dentro do acordo até 2050.

Para apoiar essa transformação de longo prazo em direção a uma economia de baixo carbono, a Allianz está em diálogo ativo com as empresas para definir e implementar suas próprias metas de proteção climática. O primeiro passo está sendo dado em quatro setores particularmente intensos em gastos de energia, incluindo o de transportes. Na carteira do setor de energia, o valor limite para o teor máximo de carvão será reduzido de 30% para 25% até 31 de dezembro de 2022. O limite refere-se à receita gerada pela mineração de carvão ou à porcentagem de eletricidade gerada a partir do carvão pelas empresas de energia. As medidas seguem a abordagem de pontuação de critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) da Allianz, que atualmente é aplicada a empresas com altos riscos ESG. Atualmente, a Allianz está trabalhando com especialistas reconhecidos em clima, de organizações não-governamentais e empresas comprometidas dentro do SBTi para desenvolver ferramentas de análise comercializáveis ​​para os investidores integrarem a meta de não ultrapassar os dois graus.

Muitas empresas ainda são incapazes de fazer declarações precisas sobre suas emissões de gases de efeito estufa ou de sua cadeia de fornecimento devido à falta de dados e procedimentos. “Ainda há muito trabalho pioneiro a ser feito. Como um investidor de longo prazo, precisamos de métodos válidos o mais rápido possível para avaliar as estratégias climáticas das empresas investidas. A adaptabilidade dos modelos de negócios à meta de dois graus será, no futuro, um critério de seleção decisivo para o nosso portfólio”, explica Günther Thallinger. “É importante limitar o aquecimento global o mais rápido possível e isso só terá sucesso se os negócios e a política seguirem na mesma direção”.

Com o objetivo de alcançar a meta de dois graus, a Allianz também pretende reduzir significativamente emissões próprias de carbono em longo prazo. Uma das próximas medidas importantes é, nos próximos anos, consumir apenas de fontes de energia renováveis toda a eletricidade das operações comerciais do Grupo Allianz.

Sobre o DJSI

O DJSI é uma das classificações de sustentabilidade mais reconhecidas do mundo. O DJSI é preparado com base no RobecoSAM Corporate Sustainability Assessment (CSA). A CSA avalia uma empresa com base em suas divulgações públicas e transparência de sua abordagem em sustentabilidade, bem como dados internos e confidenciais fornecidos diretamente pela empresa. Ele considera uma ampla variedade de tópicos econômicos, ambientais e sociais, como programas de recursos humanos, remuneração de executivos, políticas tributárias, direitos dos acionistas, programas de conformidade e anticorrupção, gestão e desempenho ambiental, engajamento social corporativo, satisfação do cliente e outras dimensões.

Previsul Seguradora lança Portal do Estipulante 1984

Portal do Estipulante

Nova ferramenta traz mais autonomia e liberdade para administração do produto contratado

Sempre atenta às demandas de mercado e buscando oferecer mais vantagens e benefícios para corretores, segurados e estipulantes, a Previsul Seguradora lança mais uma ferramenta on-line: o Portal do Estipulante, que trará mais autonomia e liberdade para o estipulante administrar os produtos contratados.

O Portal do Estipulante foi criado para otimizar os processos entre as empresas, corretores e seguradora, trazendo além de agilidade maior confiabilidade no trânsito das informações. Dentre as funcionalidades e facilidade, destacam-se a emissão da 2º Via Digital de Extrato de Pró-labore, de faturas (fatura, relação de segurados e movimentação de segurados), de boletos (a vencer, possibilidade de prorrogação), e de Certificados Individuais.

Na avaliação da diretora de Negócios e Marketing, Andreia Araújo este é um grande lançamento da companhia. “Desenvolvemos o Portal do Estipulante buscando oferecer mais uma importante ferramenta para facilitar a vida dos nossos parceiros, neste caso o estipulante. Além disso, também é um novo argumento de vendas para ajudar na aproximação do corretor com os seus clientes, oferecendo grandes benefícios e mais autonomia a todos”, diz.