Reforma coloca o benefício da previdência em pauta 2657

Previdência

Tema afeta o futuro de todos os brasileiros

O debate político sobre a reforma da previdência social vem sendo importante para chamar a atenção da opinião pública para este tema complexo e urgente, que afeta o futuro de todos os brasileiros. Apesar de a PEC 287/16 não ter progredido muito no Congresso Nacional, a discussão é fundamental para conscientizar o empresariado sobre a necessidade de mudança, já que cada vez mais os trabalhadores estão atentos às questões relacionadas com aposentadoria.

Anteriormente, as pessoas só começavam a pensar na aposentadoria quando já possuíam uma idade mais avançada. No entanto, nos dias de hoje, com a conscientização das empresas e funcionários, a ideia de fazer um planejamento desde a juventude vem ganhando visibilidade.

Além de garantir uma importante proteção adicional aos trabalhadores, a previdência privada pode contribuir para a atração e retenção de talentos. Por essa razão, de acordo com a Pesquisa de Benefícios da Aon, 56% das empresas já oferecem aos funcionários opções de planos de previdência complementar.

Os planos oferecidos podem possuir formatos distintos. No modelo de contribuição definida, o valor da contribuição é acertado no ato da contratação e o montante que será recebido varia em função desta quantia, do tempo de contribuição e da rentabilidade. Já no modelo de benefício definido, o valor da contribuição é que varia para que o valor pré-determinado do benefício possa ser atingido. Há também o modelo de contribuição variável, que ocorre quando as duas modalidades anteriores são combinadas.

De acordo com a Pesquisa de Benefícios, 46% das empresas optam por oferecer um plano de contribuição variável, 45% preferem o modelo de contribuição definida e apenas 9% o benefício definido, modalidade que vem diminuindo ao longo dos anos por conta dos riscos.

Além disso, a maior parte das companhias (61%) prefere investir na previdência privada aberta, onde os planos (PGBL, VGBL e FGB) são comercializados por bancos e seguradoras. Por outro lado, 20% das empresas escolhem a previdência fechada viabilizada por um fundo multipatrocinado, que também é comercializado pelas seguradoras, e 19% escolhem a previdência fechada por meio de um fundo próprio.

Desde 2012, quando 53% das empresas optavam por planos de previdência aberta, houve um expressivo aumento desta modalidade. Isso demonstra que as companhias não querem mais ter tanto trabalho para administrar seus planos de previdência. Por isso, a previdência aberta e os fundos multipatrocinados estão crescendo e vão continuar em progresso nos próximos anos.

Em relação às contribuições previdenciárias, cerca de 70% das empresas escolhem cobrar um percentual fixo do salário dos colaboradores. Na média, esse valor representa 5,7% da remuneração.

Um número menor de empresas (30%) opta por uma distribuição mais equilibrada, ou fixando a contribuição sobre uma parte do salário que excede um determinado valor, ou adotando tabelas de contribuição escalonada, dividindo o recurso e direcionando as maiores fatias a quem precisa mais do complemento na aposentadoria.

Essas fórmulas de contribuição são mais adequadas ao conceito da previdência privada, já que se levarmos em conta o processo de ascensão profissional, o trabalhador que hoje recebe menos terá mais ajuda da empresa para compor o valor do benefício quanto mais próximo estiver da sua aposentadoria. Na medida em que os profissionais crescem na carreira, suas contribuições aumentam, de forma a amplificar seu potencial de capitalização para o futuro. O objetivo é direcionar os recursos para quem efetivamente precisa da previdência complementar.

Seja qual for o modelo de viabilização, o papel da empresa não é apenas retirar uma parte do salário do funcionário e aplicar por ele, mesmo que isso por si só traga vantagens de taxas mais competitivas pelo ganho de escala. Das empresas que oferecem o benefício, 96% contribuem junto com os trabalhadores – 80% equiparando 100% do valor da contribuição, 6% contribuindo com menos de 100% e 14% contribuindo com mais de 100%.

No entanto, mesmo com o aumento da compreensão provocado pelo debate da reforma da previdência, o Brasil ainda precisa amadurecer sua cultura de aposentadoria. A previdência privada terá um papel cada vez mais importante na solução dos problemas das formas de custeio da terceira idade, e, por outro lado, as empresas terão um papel fundamental na educação previdenciária de seus funcionários.

*Por Roberta Porcel, Líder de Consultoria em Previdência e Serviços Atuariais da Aon Brasil.

Cresce a procura por seguro de RC por profissionais da área médica 719

saúde

Seguro reembolsa custos de processos judiciais decorrentes de erro ou omissão no exercício da profissão

Ainda pouco conhecido no Brasil, a procura pelo seguro de responsabilidade civil para profissionais liberais vem crescendo.

No Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, a comercialização da cobertura de Responsabilidade Civil Profissional cresceu 10,76% em apólices vigentes e 17,53% em volume de prêmios no acumulado, na comparação do período que compreende julho de 2017 a junho de 2018 com o anterior (julho de 2016 a junho de 2017).

Esse tipo de seguro garante o reembolso das despesas por condenações judiciais quando o profissional causa danos a terceiros. A cobertura do seguro, no entanto, é restrita a processos por erros ou omissões do profissional no exercício da sua atividade.

“A área de saúde é de uma complexidade muito grande e esses profissionais podem sofrer consequências de ações judiciais. O produto garante o valor da condenação ou o valor do acordo extra judicial até o limite de garantia contratado, incluindo honorários e custas do processo”, explica Patricia Siequierolli, superintendente Executiva Produtos Massificados e Especiais do Grupo.

A apólice cobre o valor de até R$ 600 mil, e estende-se a profissionais médicos, dentistas, veterinários, fonoaudiólogos, farmacêuticos e enfermeiros.

Liberty oferece treinamento inovador para o corretor com imersão no Facebook 904

Facebook

Liberty Academia Digital traz encontro na sede do Facebook, vídeos, vouchers e apoio de consultor para corretores terem sucesso no digital

Atenta à tendência de digitalização e dedicada a ajudar os corretores parceiros a crescerem seus negócios, a Liberty Seguros acaba de lançar um novo formato de treinamento inovador para esse público: a Liberty Academia Digital, que conta com importantes insights do time de atendimento do Facebook no Brasil e tem como principal objetivo habilitar os corretores a promover os produtos de seguro nas mídias sociais e a alcançar potenciais clientes.

A Liberty Academia Digital consiste em um treinamento digital por meio de vídeo-aulas baseada no conceito de gamificação e com foco na experiência de vender seguros. O treinamento atende aos mais diferentes perfis de corretores: aos que tem pouco conhecimento em mídias sociais, aos que possuem algum conhecimento, mas que não sabem como criar conteúdo e aos que já produzem conteúdos, mas que não sabem como otimizar seus resultados.

As aulas serão divididas em três módulos: o Módulo 1, que pode ser acessado por qualquer profissional do Brasil e estará disponível na página do Programa Conexão no Facebook; o Módulo 2 e o Módulo 3, que só poderão ser acessados se o corretor for parceiro da Liberty Seguros, por meio da plataforma de treinamento da seguradora. Caso o profissional inicie o treinamento e ainda não seja parceiro, pode facilmente tornar-se um por meio do site da Liberty Seguros. Ao final do Módulo 3, o Facebook receberá em sua sede, em São Paulo, um grupo de corretores para  uma verdadeira imersão em suas plataformas – Facebook e Instagram.  Além disso, os corretores que concluírem o curso contarão com um consultor digital, que estará à disposição, via Facebook Messenger, para orientar e tirar as principais dúvidas, garantindo que os principais objetivos das campanhas de mídia sejam alcançados.

“Acreditamos muito no valor dos corretores e queremos que nossos parceiros desenvolvam seu negócio, e cresçam com a Liberty. Apoiar o corretor para ingressar no mundo digital e utilizar o online a seu favor é um tema muito importante para nós. Desde 2015, a Liberty investe em treinamentos de mídias sociais para captação e fidelização de clientes. A Academia Digital reúne três anos de feedback dos nossos parceiros, além de incentivos para nossos corretores desenvolverem suas campanhas nas mídias sociais gerando resultados para o seu negócio” comenta Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

A ação foi cocriada junto à CUBOCC, que lidera a comunicação digital da Liberty Seguros.

Aon lança programa exclusivo de prevenção e combate ao câncer 2097

Saúde

Objetivo do movimento é fomentar a conscientização sobre a doença e reduzir seus impactos na vida das pessoas

Atualmente, o termo saúde é definido como bem-estar físico, psíquico e social da pessoa. Indo ao encontro desse conceito, o estudo Tendências Globais de Custos de Saúde 2018, realizado pela Aon, aponta que grande parte das doenças poderia ser evitada com medidas de prevenção e adoção de hábitos saudáveis.

Partindo dessas premissas, a Aon, em parceria com a PreviNEO, lança o OnPrev, Programa de Prevenção Oncológica, como parte do Movimento Aon pela Vida. O objetivo é fomentar a conscientização sobre os cinco tipos de câncer mais comuns no Brasil – pulmão, próstata, mama, útero e cólon. Com ações de prevenção e acompanhamento na adesão ao tratamento da doença, tanto de colaboradores da Aon, como de clientes, a iniciativa visa diminuir a sinistralidade e reduzir os custos com os planos de saúde por conta da patologia.

“Acreditamos muito no potencial transformador do ONPREV, que já apresenta números expressivos antes mesmo do seu lançamento oficial. Estamos implementando o programa para os nossos 1.800 colaboradores e também em mais cinco grandes clientes de diferentes indústrias, totalizando mais de 50 mil vidas assistidas. A ideia é sempre ressaltar a importância da prevenção e promoção da saúde”, destaca Marcelo Munerato, CEO da Aon Brasil.

Segundo o relatório da Aon, Tendências Globais de Custos de Saúde 2018, o câncer foi a patologia que mais gerou despesas para os planos de saúde em 68% dos 98 países participantes. A proporção de custos do estágio mais avançado, em comparação com o inicial, é 10 vezes maior, além de todo o impacto social, psicológico, econômico e humano. Além disso, com base na gestão de cerca 3 milhões de vidas e nas ferramentas internas, a empresa identificou que as 5 condições que mais contribuíram para afastamento nas companhias brasileiras foram obesidade, saúde mental, causas osteomusculares, doenças crônicas e o câncer.

“Prezar pela qualidade de vida das pessoas está no DNA da Aon. O OnPrev vai ao encontro dessa característica, pois ele deixa de cuidar apenas da doença e passa a olhar para as vidas dos indivíduos e de seus familiares. Os principais resultados almejados são a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer que, em seu estágio inicial, tem grandes possibilidades de cura”, afirma Dra. Silvia Cristina Prinholato, gerente Médica da Aon Brasil.

Segundo dados da Agência Internacional Para Pesquisa do Câncer (IARC), a doença ocasiona 225 mil mortes por ano, sendo 87 mil somente na população economicamente ativa. O levantamento mostra ainda que, entre 2018 e 2019, 1,2 milhão de novos casos devem surgir.

De acordo com a mais recente edição da Pesquisa de Benefícios da Aon, a assistência médica é o benefício com maior prevalência nas empresas, já que 99,8% das companhias pesquisadas oferecem seguro saúde aos seus colaboradores. Entretanto, a falta de sustentabilidade fez com que, entre 2016 e 2017, 70% das companhias redesenhassem seu benefício saúde, já que para cerca de 36% das companhias, a assistência médica representa de 5% a 10% da folha de pagamento.

“A incidência do câncer nas vidas gerenciadas pela Aon é de 0,2%. A estimativa é que o OnPrev diminua em 5,6% a utilização do plano de saúde. Considerando os custos indiretos do adoecimento, é possível chegar à economia de R$ 476.000 anuais para uma empresa com 1.000 vidas seguradas”, conclui Prinholato.

O OnPrev possui quatro pilares. O primeiro é composto por um sistema de diagnóstico online, onde todos preenchem um questionário com informações pessoais. De acordo com as respostas, as pessoas serão divididas em grupos e terão uma comunicação focada com cada perfil. Esse seria o segundo momento.

Na terceira fase, são realizadas abordagens personalizadas para cada indivíduo que tiver risco médio ou alto, com a finalidade de descobrir se existe o risco da doença ou algum tipo de manifestação. Por fim, na quarta etapa, o corpo de profissionais médicos da Aon realiza o acompanhamento caso a caso para adesão completa, se necessário, as medidas de prevenção.

Allianz lidera o Índice Dow Jones de Sustentabilidade 2018 1992

Sustentabilidade

Grupo é líder do setor, pela segunda vez consecutiva, com 85 pontos em 100

O Grupo Allianz alcançou a liderança e se estabeleceu como líder do setor entre todas as seguradoras classificadas no Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI). Esta é a segunda vez consecutiva que a empresa alcança a primeira posição. Nos resultados do índice de sustentabilidade mais relevante do mundo, publicado hoje, a Allianz alcançou 85 pontos, bem acima da pontuação média do setor, que foi de 47 pontos.

Desde 2000, a empresa faz parte do DJSI, que avalia os critérios ambientais, sociais e de governança (ESG). Somente as empresas mais sustentáveis das 2.500 pertencentes ao Índice Dow Jones Global de Ações (DJGTSM) estão listadas nessa categoria.

Günther Thallinger é membro do Conselho de Administração da Allianz SE
Günther Thallinger é membro do Conselho de Administração da Allianz SE

“Estamos muito satisfeitos com este resultado. Isso mostra que nosso foco em critérios ecológicos, sociais e de governança está sendo reconhecido por especialistas externos em sustentabilidade”, diz Günther Thallinger, membro do Conselho de Administração da Allianz SE e responsável pelos Investimentos e ESG. “Como uma seguradora, investidora e empregadora responsável, contribuímos para o desenvolvimento social e econômico positivo em todos os mercados em que estamos presentes”. A Allianz cria valor agregado ecológico e social mensurável por meio de produtos sustentáveis, operações comerciais favoráveis ​​ao clima, engajamento social, entre outros.

Entre os resultados importantes do último ano, destacam-se:

• 165 seguros e produtos financeiros com benefícios ecológicos ou sociais

• 5,6 milhões de euros investidos em energias renováveis ​​(desde 31/12/2017)

• Redução de carbono gerado por empregado em 17% (em comparação com 2010)

• Engajamento social com cerca de 80 mil horas de trabalho voluntário de seus funcionários e 20 milhões de euros em doações por uma boa causa.

Ao aderir à Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência (SBTi), a Allianz estabeleceu objetivos de longo prazo para a proteção do clima. No futuro, a meta do Acordo Climático de Paris, de impedir que o aumento médio da temperatura do planeta supere os 2 graus, será integrada ao investimento dos prêmios dos clientes de seguros. Para este fim, todos os investimentos negociáveis ​​devem ser estruturados dentro do acordo até 2050.

Para apoiar essa transformação de longo prazo em direção a uma economia de baixo carbono, a Allianz está em diálogo ativo com as empresas para definir e implementar suas próprias metas de proteção climática. O primeiro passo está sendo dado em quatro setores particularmente intensos em gastos de energia, incluindo o de transportes. Na carteira do setor de energia, o valor limite para o teor máximo de carvão será reduzido de 30% para 25% até 31 de dezembro de 2022. O limite refere-se à receita gerada pela mineração de carvão ou à porcentagem de eletricidade gerada a partir do carvão pelas empresas de energia. As medidas seguem a abordagem de pontuação de critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) da Allianz, que atualmente é aplicada a empresas com altos riscos ESG. Atualmente, a Allianz está trabalhando com especialistas reconhecidos em clima, de organizações não-governamentais e empresas comprometidas dentro do SBTi para desenvolver ferramentas de análise comercializáveis ​​para os investidores integrarem a meta de não ultrapassar os dois graus.

Muitas empresas ainda são incapazes de fazer declarações precisas sobre suas emissões de gases de efeito estufa ou de sua cadeia de fornecimento devido à falta de dados e procedimentos. “Ainda há muito trabalho pioneiro a ser feito. Como um investidor de longo prazo, precisamos de métodos válidos o mais rápido possível para avaliar as estratégias climáticas das empresas investidas. A adaptabilidade dos modelos de negócios à meta de dois graus será, no futuro, um critério de seleção decisivo para o nosso portfólio”, explica Günther Thallinger. “É importante limitar o aquecimento global o mais rápido possível e isso só terá sucesso se os negócios e a política seguirem na mesma direção”.

Com o objetivo de alcançar a meta de dois graus, a Allianz também pretende reduzir significativamente emissões próprias de carbono em longo prazo. Uma das próximas medidas importantes é, nos próximos anos, consumir apenas de fontes de energia renováveis toda a eletricidade das operações comerciais do Grupo Allianz.

Sobre o DJSI

O DJSI é uma das classificações de sustentabilidade mais reconhecidas do mundo. O DJSI é preparado com base no RobecoSAM Corporate Sustainability Assessment (CSA). A CSA avalia uma empresa com base em suas divulgações públicas e transparência de sua abordagem em sustentabilidade, bem como dados internos e confidenciais fornecidos diretamente pela empresa. Ele considera uma ampla variedade de tópicos econômicos, ambientais e sociais, como programas de recursos humanos, remuneração de executivos, políticas tributárias, direitos dos acionistas, programas de conformidade e anticorrupção, gestão e desempenho ambiental, engajamento social corporativo, satisfação do cliente e outras dimensões.

Dívidas previdenciárias retém R$ 3 bilhões de municípios em 7 meses 1600

Municípios

Municípios de pequeno porte são os mais prejudicados

A retenção do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em razão das dívidas previdenciárias é ao mesmo tempo, resultado e agravante da crise financeira que assola as administrações locais do país. Em novo levantamento, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela que, nos sete primeiros meses deste ano, ficaram retidos R$ 3,61 bilhões do FPM – o que corresponde a 5,3% do total repassado pela União.

Das 5.568 cidades brasileiras, 4.223 sofreram algum impacto naquela que é uma das principais fontes de receita para custeio de serviços básicos e investimentos. Em alguns casos, o cenário é bem crítico: 1.426 Municípios tiveram entre 70% e 100% do FPM retido pela Receita Federal do Brasil (RFB).

Os de pequeno porte são os mais prejudicados. De janeiro a julho, 663 Municípios com até 50 mil habitantes tiveram ao menos um dos repasses do FPM 100% retido. Em seguida, aparecem 59 Entes de porte médio e 59 de grande porte na mesma situação. Ao todo, 751 Municípios tiveram pelo menos um dos repasses do Fundo totalmente zerado. São cinco Estados que apresentaram a maior quantidade de cidades nessa condição: Minas Gerais (91), São Paulo (70), Rio Grande do Norte (66) e Sergipe (57).

Outro dado levantado pela entidade municipalista demonstra que o valor do FPM retido por causa da dívida previdenciária vem aumentando nos últimos anos, de R$ 6,17 bilhões em 2013 para R$ 7,26 bilhões em 2017. De 2013 a julho de 2018, o total chega aos R$ 38,90 bilhões.

A retenção

A CNM explica que as regras para retenção funcionam de maneira semelhante ao do cheque especial em um banco. A partir do momento em que o recurso entra na conta, ele é automaticamente debitado. Os descontos e retenções do FPM em razão da dívida previdenciária estão previstos no art. 3º, § 10, da Medida Provisória 2.129-6/2001.

A metodologia utilizada pela Confederação tem como base os dados do Sistema de Informações do Banco do Brasil (SISBB), que consolida o extrato do FPM. As informações estão atualizadas até julho de 2018.

Confira o estudo completo.